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Sinopse

Nesta obra polémica desde o primeiro parágrafo, Roger Scruton apresenta uma defesa da alta cultura contra os ataques do desconstrutivismo e demais correntes dos chamados Estudos Culturais. Para o autor, toda a cultura tem raízes religiosas e é manifestação do religioso, elemento civilizacional fundador. Scruton vê na alta cultura o substituto da fé num mundo descrente como aquele a que o Iluminismo deu lugar. Como outrora à fé, caberia à alta cultura dar sentido à vida e constituir-se como a base de uma sociedade coesa.
Scruton faz ainda um ataque cerrado ao pós-modernismo e uma lúcida crítica da cultura pop massificada, apresentando um panegírico de Baudelaire, Wagner e T. S. Eliot, e desautorizando figuras como Derrida e Foucault, na filosofia, ou Oasis, Nirvana e The Prodigy, na cultura popular.

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Autor

Roger Scruton

Roger Scruton (27 de fevereiro de 1944 - 12 de janeiro de 2020) foi um dos mais importantes filósofos britânicos. Doutorado em Filosofia pela Universidade de Cambridge. Lecionou na Universidade de Buckingham, onde dirigiu o mestrado em Filosofia, e na Universidade de Oxford. Foi membro do Centro de Ética e Políticas Públicas de Washington, nos Estados Unidos. Em 2016, Isabel II condecorou-o com o título de Knight Bachelor, pelos serviços prestados à filosofia, à docência e ao ensino público.

Tem mais de 50 livros publicados, entre ensaio, ficção e teatro, incluindo as obras O Ocidente e o Resto, Guia de Filosofia para Pessoas Inteligentes, Beleza e Breve História da Filosofia Moderna, editados em Portugal pela Guerra e Paz. Fundou a revista de orientação conservadora The Salisbury Review, que editou de 1982 a 2001, e escreveu artigos na imprensa britânica com regularidade.

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