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Sinopse

Neste que é um dos livros mais influentes do autor, Roger Scruton analisa o lugar de Deus num mundo desencantado. A sua argumentação é uma resposta à cultura ateísta que vinga nas nossas sociedades, e também uma defesa da singularidade humana. Scruton refuta a afirmação de que não há significado ou propósito no mundo natural, e argumenta que o sagrado e o transcendente são «presenças reais», através das quais os seres humanos passam a conhecer-se a si próprios e a encontrar tanto a sua liberdade como a sua redenção.
No rosto humano, encontramos um paradigma de significado. E a partir dessa experiência, defende Scruton, construímos o rosto do mundo e enfrentamos o rosto de Deus. No rosto, encontramos tanto a prova da nossa liberdade como a marca da autoconsciência. Uma das motivações da cultura ateísta é escapar ao crivo do julgamento. Escapamos ao julgamento do outro quando tapamos o rosto: e este, defende Scruton, é o aspeto mais perturbador do nosso tempo. Scruton explica o nosso crescente sentimento de destruição, à medida que os hábitos de procura do prazer e de consumismo desfiguram o mundo. O Rosto de Deus defende um mundo consagrado contra o hábito da profanação e oferece uma visão do modo de vida religioso numa época de provação.

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Amostra

Autor

Roger Scruton

Roger Scruton (1944-2020) foi um dos mais importantes filósofos ingleses do século XX e início do século XXI. Autor de mais de meia centena de livros, era conhecido pelo seu conservadorismo, sendo considerado o intelectual conservador inglês mais influente desde Edmund Burke. Durante os anos 80 do século xx, ajudou a estabelecer redes universitárias clandestinas na Europa Central, então sob domínio soviético. Foi ordenado cavaleiro em 2016.


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