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Sinopse

O conservadorismo defendido neste livro mostra-nos que herdámos colectivamente coisas virtuosas que devemos empenhar-nos em manter. A oportunidade de vivermos as nossas vidas como queremos; a segurança da lei imparcial, através da qual as nossas ofensas são redarguidas e os nossos males reparados; a protecção do nosso ambiente como um bem partilhado, que não pode ser confiscado ou destruído de acordo com o capricho de interesses poderosos; a cultura aberta e questionadora que moldou as nossas escolas e universidades; os procedimentos democráticos que nos permitem eleger os nossos representantes e aprovar as nossas próprias leis - estas e muitas outras coisas são-nos familiares e dadas por garantidas.

Estão todas sob ameaça.

O conservadorismo é a resposta racional e não-reaccionária a essa ameaça. Talvez seja uma resposta que exige mais compreensão do que aquela que a pessoa comum está preparada para lhe dedicar. Mas o conservadorismo é a única resposta às realidades emergentes, e, neste livro, o autor tenta afirmar, sucintamente, porque é que seria irracional adoptar qualquer outra.

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Autor

Roger Scruton

Roger Scruton (27 de fevereiro de 1944 - 12 de janeiro de 2020) foi um dos mais importantes filósofos britânicos. Doutorado em Filosofia pela Universidade de Cambridge. Lecionou na Universidade de Buckingham, onde dirigiu o mestrado em Filosofia, e na Universidade de Oxford. Foi membro do Centro de Ética e Políticas Públicas de Washington, nos Estados Unidos. Em 2016, Isabel II condecorou-o com o título de Knight Bachelor, pelos serviços prestados à filosofia, à docência e ao ensino público.

Tem mais de 50 livros publicados, entre ensaio, ficção e teatro, incluindo as obras O Ocidente e o Resto, Guia de Filosofia para Pessoas Inteligentes, Beleza e Breve História da Filosofia Moderna, editados em Portugal pela Guerra e Paz. Fundou a revista de orientação conservadora The Salisbury Review, que editou de 1982 a 2001, e escreveu artigos na imprensa britânica com regularidade.

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