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Da Lusitanidade à Lusofonia

Fora de Coleção

Fernando Cristóvão

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Sinopse

AGORA SOMOS 'CONDÓMINOS' DA LÍNGUA PORTUGUESA, NÃO SEUS DONOS.
Nós, portugueses, desde muito cedo, aspirámos a possuir um Império, e não tardámos a consegui-lo. Simultaneamente, porque era em nome dum Império que lutávamos, também sonhámos em acrescentar ao Império colonial, um outro, o da Fé católica.
Foi esse o sonho do Quinto Império do Padre António Vieira, mas, para Fernando Pessoa e, antes dele, para o brasileiro Sílvio Romero, o verdadeiro Quinto Império devia ser o da cultura e da Língua Portuguesa, unindo os vários povos que a falassem. Agostinho da Silva era da mesma opinião, mas achava que hoje já não havia lugar para impérios, por isso, a esse Quinto Império chamamos hoje LUSOFONIA, isto é, a fala dos Lusos, ou seja, dos Portugueses. Em consequência, nós portugueses já não somos donos da nossa língua, mas seus condóminos, como os povos do Brasil e das antigas colónias de África. Deste modo, a Língua portuguesa passou da fase da Lusitanidade à da Lusofonia.
É do ensino, difusão e patrimónios desta língua comum que se ocupa esta obra.

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Autor

Fernando Cristóvão

Fernando Alves Cristóvão, que usa o nome literário de Fernando Cristóvão, foi Assistente de Vitorino Nemésio na Faculdade de Letras de Lisboa, tendo-lhe sucedido na Cátedra de Literatura Brasileira. Foi Presidente do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa - ICALP -, actual Instituto Camões, e é membro da Academia das Ciências de Lisboa. Pertence ainda a várias instituições científicas nacionais e internacionais e actualmente integra a Comissão de Avaliação Externa das Universidades Portuguesas. Foi professor visitante e conferencista em várias universidades estrangeiras -Rio de Janeiro, Salvador da Bahia, Brasília, Rennes, Utrech, Colónia, Pequim e Seul. Dirige uma equipa de investigadores na área de "Literatura e Cultura" do Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa - CLEPUL, da FCT, privilegiando as temáticas brasileira e de literatura de viagens. É Presidente da Associação de Cultura Lusófona - ACLUS, sediada na Faculdade de Letras de Lisboa, onde prepara, com uma escolhida equipa, o Dicionário Temático da Lusofonia. PUBLICAÇÕES DO AUTOR: - Os Sermões do Teólogo Diogo de Paiva deAndrade, Tese de Licenciatura, Lisboa,Faculdade de Letras de Lisboa, 1966. - "Marília de Dirceu" de Tomás António Gonzaga, ou a Poesia como Imitação e Pintura, Lisboa, Imprensa Nacional, 1981; reedição: Lisboa, Imprensa Nacional, 2002. - Cruzeiro do Sul, a Norte, Lisboa, Imprensa Nacional, 1983. - Notícias e Problemas da Pátria da Língua, Lisboa, ICALP, 1985. - Diálogos da Casa e do Sobrado, Lisboa, Edições Cosmos, 1994. - Gracilíano Ramos: Estrutura e Valores de um Modo de Narrar, Rio de Janeiro, 1ª ed., Rio/Brasília, 1975; 4ªed., Lisboa, Cosmos, 1998. - Nacionalismo e Regionalismo nas Literaturas Lusófonas (coord.), Lisboa, Edições Cosmos, 1997. - Condicionantes Culturais da Literatura de Viagens (coord.), Lisboa, Edições Cosmos, 1999. - Método - Sugestões para a Elaboração de um Ensaio ou Tese, Lisboa, Colibri, 2001. - O Olhar do Viajante - dos Navegadores aos Exploradores (coord.), Coimbra, Almedina, 2003. - Nemésio, Nemésios (coord.), Lisboa, Colibri, 2003.

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