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Alheiras, e Alheira de Mirandela

António Manuel Monteiro

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Sinopse

[…] como as matriarcas deste ramo familiar charcuteiro, e de denominação [alheira] já agarrada ao produto [mirandelense], talvez sejam as pioneiras no comércio exterior à região, na ligação à terra de origem, ao uso dos selos (de chumbo)de garantia e da própria nomeada, à técnica mais enriquecida e não ao saber ‘grosseiro’ das primogénitas toucinheiras mirandelenses de hábito mais rural. Ao que [me] parece, foram as mais afamadas localmente e as que mais se destacaram pelos anos 20/30 em diante […] Quando nasceu o filho Mário, à data da primeira guerra, em 1914, para uns, já produzia alheiras para venda à porta e de encomenda, para outros o negócio só viria a consolidar-se (ou mesmo a iniciar-se) depois da morte do primeiro marido, no ano de 1920/1921, aconselhado pelos [amigos] Guicho [alcunha do senhor Augusto Maria Lopes] e esposa M.ª Cândida Lopes (…) Para fora da terra, para o Porto, Coimbra ou para Lisboa, por despacho, só mais tarde! Pelos anos trinta. (Até vendia para os Menéres!) É a súmula daquele ajuntamento de conversas e argumentações. E esta pressuposição é suficientemente consensual entre as memórias – e herdeiros de memórias – mirandelenses. Pacífico e convincente.

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Autor

António Manuel Monteiro

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