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Um Século de Energia Eléctrica em Tavira

João Figueira

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Sinopse

«A primeira vez que em Portugal a energia eléctrica foi usada em espaço público de forma continuada ao longo de vários dias e iluminando um espaço amplo, aconteceu em Lamego durante as festas em honra da N.ª Sr.ª dos Remédios que decorreram entre Agosto e Setembro de 1876. Nesse ano foram instaladas iluminações eléctricas alimentadas por um gerador vindo de França, tendo a luz eléctrica constituído a grande atracção daquelas festas centenárias, e deveu-se à iniciativa do vice-juíz da Confraria de N.ª Sr.ª dos Remédios, Visconde José Augusto Guedes Teixeira, primo do 2.º Visconde de Valmor - Fausto de Queiroz Guedes - que viria a instituir o conhecido Prémio Valmor, de arquitectura. Coube, assim, à cidade de Lamego o título de ter sido a primeira cidade em Portugal a ter uma instalação eléctrica pública em funcionamento, entre Agosto e Setembro de 1876»

[do Capítulo I].

«A Exposição Universal de Paris em 1900 teve como tema a electricidade que, acreditava-se, seria a energia do século XX; à entrada da terceira década do século XXI, essa antevisão foi já à muito ultrapassada, pois a electricidade apresenta-se aos nossos contemporâneos como a energia dos séculos vindouros, aquela que, sob as suas diversas aplicações, mais adequada parece ser para servir a humanidade. "A electricidade foi o grande motor do progresso da humanidade verificado no século XX", escreveu o tavirense, Arnaldo Anica.»

[da Conclusão].

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Autor

João Figueira

JOÃO FIGUEIRA nasceu em Torres Vedras, habitou em três continentes, mas a sua cidade é Coimbra onde vive há 30 anos, com algumas intermitências pelo meio. Doutorando em Ciências da Comunicação e autor do livro “Os jornais como actores políticos — o Diário de Notícias, Expresso e Jornal Novo no Verão Quente de 1975”, é assistente convidado da licenciatura em Jornalismo da Universidade de Coimbra. Integra o grupo de trabalho “História da Comunicação e do Jornalismo”, do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS 20) em cujo âmbito realizou a presente obra. Foi jornalista durante mais de duas décadas, a maioria das quais ligado ao DN, de onde saiu em Agosto de 2006, quando decidiu suspender a actividade jornalística. Entre 1988-92 exerceu jornalismo em Macau, chefiando as redacções dos dois jornais onde trabalhou, ao mesmo tempo que garantia, para o DN, a cobertura noticiosa da região Ásia-Pacífico. O Clube Português de Imprensa atribuiu-lhe o Prémio de Jornalismo/99,na modalidade Re-portagem Imprensa, pelo conjunto de trabalhos publicados sobre o “Stress pós-traumático de guerra”, feito junto de antigos combatentes. O Rotary Club de Leiria distinguiu-o com o Prémio Profissional de Mérito 2000. É director de conteúdos da empresa Ideias Concertadas.

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