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Poetas Que Não Eram Camões/Poets Who Weren´t Camões

Landeg White, Hélio Alves

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Detalhes do Produto

Sinopse

“Insípidas mexerufadas”: foi com palavras como estas que durante séculos se apreciaram as poesias dos contemporâneos de Camões.
Neste contexto histórico incomum e extremo, a antologia Poetas que não eram Camões torna-se num manifesto pela diferença, porque aqueles contemporâneos pensavam, sentiam e escreviam de maneiras diferentes de Camões.
Mas aqueles autores também escreveram belos poemas de amor, versos de exaltação heroica e crítica política, em géneros e formas – como o soneto, a canção, a ode e a epopeia – privilegiados por Camões.
Ler os oito poetas em conjunto, num único livro, possui a vantagem inestimável de oferecer uma perspetiva privilegiada sobre o brilhantismo duma geração.

“Insipid pigswill”: it was with words like these that the poems of Camões’s contemporaries were appreciated for centuries.
In this unusual and extreme historical context, Poets Who Weren’t Camões becomes not only a poetic anthology but also a kind of manifesto, a manifesto for difference, since those contemporaries thought, felt and wrote in different ways from Camões.
But those authors also wrote beautiful poems of love, verses of heroic exaltation and political criticism, in genres and forms – sonnets, hymns, odes, and epics – privileged by Camões.
Reading these eight poets together in a single volume has the inestimable advantage of throwing into sharp perspective what a brilliant generation this was.

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Autor(es)

Landeg White

Landeg White 1940-2017 (ver www.landegwhite.com) nasceu no sul do País de Gales. O seu percurso profissional foi dedicado à docência, tendo lecionado nas Universidades das Índias Ocidentais, do Maláui, Serra Leoa, Zâmbia, York (onde foi diretor do Centro de Estudos Sul-Africanos) e na Universidade Aberta, em Lisboa. Foi Investigador Sénior no Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC) desde 2011. Entre os livros que publicou incluem-se os títulos V.S. Naipaul: A Critical Introduction (1975), Capitalism & Colonialism in Mozambique: A Study of Quelimane District (com Leroy Vail, 1980), Oral Poetry from Africa (com Jack Mapanje, 1983), Magomero: Portrait of an African Village (1987), Power & the Praise Poem (com Leroy Vail, 1992), e Bridging the Zambesi: A Colonial Folly (1993).Publicou também dez coleções de poesia, designadamente, For Captain Stedman (1983), The View from the Stockade (1991), Bounty (1993), South (1999), Travellers Palm (2002), Where the Angolans are Playing Football: Selected & New Poems (2003), Arab Work (2006), Singing Bass (2009), Letters from Portugal (2014), Living in the Delta (2015), bem como os romances, Livingstones Funeral (2010) and Ultimatum (2017). A sua tradução em verso para Inglês da obra Os Lusíadas de Luis Vaz de Camões (1997) recebeu o Prémio de Tradução TLS (atribuído anualmente pelo The Times Literary Supplement) em 1998. Em 2008, publicou a tradução, também em verso, de The Collected Lyric Poems of Luís de Camões.

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Hélio Alves

Hélio Alves (Coimbra, 1963) é Professor de Literatura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Director do seu Centro de Estudos Comparatistas (CEComp). Estudou no King’s College, Universidade de Londres, onde se licenciou em estudos portugueses e brasileiros, com minor em estudos russos, e onde obteve, com uma nota de Distinção, o grau de Master of Arts in Romance Languages and Literatures (1986). Foi durante muitos anos docente na Universidade de Évora, instituição onde se doutorou em 1999 e onde defendeu, em 2008, provas de agregação. Ensinou na Universidade de Macau durante um ano (2019) e leccionou e/ou examinou também nas Universidades de Berlim (Freie), Nova Iorque (The Graduate Center), Oxford, Pavia e Sorbonne, além de ter sido orador convidado em diversas instituições de ensino superior da Europa e da América. A sua atenção às Humanidades tem sido constante e de largo espectro, tendo-se especializado no ensino e investigação da literatura do Renascimento europeu. Entre vários contributos para um maior conhecimento da literatura portuguesa em perspectiva cosmopolita, publicou acerca do teatro vicentino (Vicente, Shakespeare e a arte do tempo no “Auto da Índia”; O teatro de Gil Vicente e a literatura europeia da Idade Moderna; etc.), sobre a versificação em Francisco de Sá de Miranda (Mudar de ritmo, mudar de sexo; A linguagem poética de Sá de Miranda) e no tocante à relação entre poesia e pintura em Jerónimo Corte-Real (Cervantes’s Portuguese painter; Corte-Real, ¿el primer poeta-pintor del paisaje y de la perspectiva?). Gravou dois álbuns em CD de música para piano solo.

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