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Ode a Charles Fourrier (André Breton) E Uma Vida Inteira (Benjamin Péret)

Benjamin Péret, André Breton

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Sinopse

«André Breton, dos poucos a manter uma fé e uma confiança inabaláveis no futuro humano tal como o concebiam os utopistas do século XIX, dedica este poema repassado duma tensão e dum entusiasmo maravilhosos a um dos espíritos que mais se empenharam em remar contra a maré cheia do conformismo, da opressão e da miséria. Fourier dá a impressão de pertencer a outro mundo, embora homens como Engels, Marx ou Lénine (absolutamente alheios ao que constituía o essencial da empresa de Fourier) tivessem elogiado a envergadura dialéctica do seu pensamento. É difícil conceber alguma obra mais avessa à rotina intelectual que leve os pensa dores, por muito reformistas que sejam, a propor apenas soluções de continuidade aos problemas do seu tempo.»

Ernesto Sampaio

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Autor(es)

Benjamin Péret

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André Breton

«Papa do surrealismo» para muitos dos seus detractores e um dos principais teorizadores desta corrente, André Breton (1896-1966) sempre se norteou pelo desdém pelas convenções literárias e sociais. Constrangido a estudar medicina quando a poesia já se apoderara do seu coração, foi influenciado por Guillaume Apollinaire, Louis Aragon e Paul Éluard. O inconsciente e a loucura interessaram-lhe como fontes criadoras e bebeu de Freud para desenvolver a técnica da escrita automática, que viria a experimentar em Les Champs Magnétiques (1920). Em 1924, publicou o Manifesto Surrealista, assumindo no ano seguinte a direcção da revista La Révolution Surréaliste. Após o exílio nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, regressou a Paris, onde se opôs ao colonialismo francês. 

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