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Detalhes do Produto

Sinopse

Os gigantescos e incontroláveis incêndios engoliram as florestas, os campos e as casas do Interior, provocando o êxodo da população para a cidade. Para além da cidade, já nada existe. A não ser terra negra e árvores petrificadas. O ar do Interior, outrora puro e fresco, é agora pestilento, o bafo do vento é letal. Do nada, surgem pragas e epidemias que vão dizimando a humanidade e confinando-a ao burgo - o único lugar seguro.
Algures dentro da cidade, um escritor sociopata apaixonado habita um condomínio insano, onde todos gritam e ninguém se conhece. Vive alternadamente três compulsões: a paixão pela sua amada, a escrita de uma peça de teatro e a sede de matar desconhecidos.
O escritor vive um jogo de caixas: a paixão dentro da casa, a casa dentro do condomínio, o condomínio dentro da cidade. A cidade dentro de nada. As relações do protagonista são conturbadas e estranhas: com a sua amada presente e ausente ao mesmo tempo; com o seu editor; com o seu psiquiatra; com o administrador do condomínio.
O Esquecimento Global é uma viagem ao estado supremo do caos a que poderá conduzir a forma de vida dos tempos modernos, com a sobrelotação das cidades, o abandono dos campos, as alterações climáticas, o flagelo dos fogos florestais, as pandemias cada vez mais virulentas. A insanidade é global: dos protagonistas e de todas as personagens, contagiados pelo caos e pelo esquecimento global sobre os motivos que levam a sociedade a caminhar a passos largos para o abismo.

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Autor

Miguel Miranda

Miguel Miranda é um escritor português, médico de profissão. Nasceu na cidade do Porto e vive em Vila Nova de Gaia. Publicou 23 obras, entre livros de contos, romances e policiais, estando representado em diversas coletâneas de contos. Recebeu vários prémios literários: em 1996, o Grande Prémio do conto APE, com o livro Contos à Moda do Porto (Edições Afrontamento, 1996); em 1997, o Prémio Caminho de Literatura Policial, com O Estranho Caso do Cadáver Sorridente (Editorial Caminho, 1997); o Prémio Fialho de Almeida em duas edições: em 2001, com A Maldição do Louva-a-Deus (Campo das Letras, 1999) e, em 2013, com Todas as Cores do Vento (Porto Editora, 2012). Foi finalista do Prémio PEN de Narrativa 2012, com Todas as Cores do Vento e finalista do Prémio Violeta Negra em 2014 do Festival de Literatura Policial de Toulouse, com o livro Donnez-leur, Seigneur, le repos éternel (Editions de l’Aube 2013). Está editado em Portugal, França, Itália, Brasil e México. O humor, a ironia, o insólito e algum surrealismo são traços da sua escrita, marcada também pelas reflexões sobre a sociedade do tempo atual ou do passado recente.

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