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A Trégua

Primo Levi

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Sinopse

Primo Levi inscreveu o seu nome entre os maiores escritores do século XX, a partir da experiência de prisioneiro e sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz. A sua prosa literária tem a força expressiva das narrativas em que a voz da testemunha se alia ao trabalho da memória e da recriação da vida nos limites máximos da dor e da destruição.

A Trégua, continuação de Se Isto é Um Homem, é considerado por muitos críticos a sua obra-prima: diário da viagem rumo à liberdade, depois de dois anos de internamento no lager nazi, este livro, mais do que uma simples evocação biográfica, é um extraordinário romance picaresco.

A aventura movimentada e pungente por entre as ruínas da Europa libertada – desde Auschwitz, através da Rússia, da Roménia, da Hungria e da Áustria, até Turim –, desenrola-se ao longo de um itinerário tortuoso, pontilhado de encontros com pessoas pertencentes a civilizações desconhecidas e vítimas da mesma guerra: desde Cesare «amigo de toda a gente», charlatão, trapaceiro, temerário e inocente, até aos bíblicos comboios do Exército Vermelho desarmado. A epopeia de uma humanidade reencontrada, que procura uma nova vontade de viver depois de ter atingido o limite extremo do horror e da miséria.

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Autor

Primo Levi

Primo Levi nasceu em Turim, em 1919, e suicidou-se nessa cidade em 1987. Licenciado em Química, participou na Resistência, foi preso e internado no campo de concentração de Auschwitz. É com Calvino e Pavese, uma das principais figuras da geração italiana do pós-guerra. Notabilizou-se pela autoria de vários livros sobre a experiência naqueles campos ? de que o livro Se isto é um homem é o exemplo mais célebre ? assim como por contos e romances. Assim foi Auschwitz, escrito com Leonardo De Benedetti e curado por Fabio levi e Domenico Scarpa, recolhe um conjunto admirável de textos inéditos em Portugal sobre a experiência dos campos de extermínio. «Esta é a experiência da qual saí e que me marcou profundamente; o seu símbolo é a tatuagem que até hoje trago no braço: o meu nome de quando não tinha nome, o número 174517. Marcou-me, mas não me tirou o desejo de viver. Aumentou-o, porque conferiu uma finalidade à minha vida, a de dar testemunho, para que nada semelhante alguma vez volte a acontecer. É esta a finalidade que têm os meus livros.»

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