Partilhar

Os que Sucumbem e os que se Salvam

Primo Levi

Em Stock


Desconto: 10%
14,31 € 15,90 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Último livro do autor, marca a conclusão das reflexões que deram vida a Se Isto É Um Homem, um livro incontornável.

Quarenta anos depois do clássico Se Isto É Um Homem, Primo Levi, consciente de que o Holocausto corria o risco de, pouco a pouco, ser apagado da memória coletiva, voltou ao tema dos campos de concentração nazis com a apaixonada e apaixonante clareza de toda a sua obra. O resultado foi este livro de 1986 – um ano antes do seu suicídio – no qual procura respostas para perguntas que nunca deixaram de o obcecar até ao fim. Como se constrói um monstro? Era possível compreender de dentro a lógica da máquina de extermínio? Era possível revoltar-se?

Os Que Sucumbem e os Que Se Salvam fecha o tríptico iniciado com Se Isto É Um Homem e continuado em A Trégua, que constitui, sem dúvida, uma das mais lúcidas e impressionantes visões dos campos de extermínio nazis.

A mais importante reflexão sobre o colapso moral que ocorreu em Auschwitz e sobre a falibilidade da memória humana, que permite que tais atrocidades se repitam. Um ensaio para compreender o século xx e reconstruir uma antropologia do homem contemporâneo.

Ler mais

Autor

Primo Levi

Primo Levi nasceu em Turim, em 1919, e suicidou-se nessa cidade em 1987. Licenciado em Química, participou na Resistência, foi preso e internado no campo de concentração de Auschwitz. É com Calvino e Pavese, uma das principais figuras da geração italiana do pós-guerra. Notabilizou-se pela autoria de vários livros sobre a experiência naqueles campos ? de que o livro Se isto é um homem é o exemplo mais célebre ? assim como por contos e romances. Assim foi Auschwitz, escrito com Leonardo De Benedetti e curado por Fabio levi e Domenico Scarpa, recolhe um conjunto admirável de textos inéditos em Portugal sobre a experiência dos campos de extermínio. «Esta é a experiência da qual saí e que me marcou profundamente; o seu símbolo é a tatuagem que até hoje trago no braço: o meu nome de quando não tinha nome, o número 174517. Marcou-me, mas não me tirou o desejo de viver. Aumentou-o, porque conferiu uma finalidade à minha vida, a de dar testemunho, para que nada semelhante alguma vez volte a acontecer. É esta a finalidade que têm os meus livros.»

Ler mais