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O Tango de Satanás

László Krasznahorkai

Pré-venda
Data de lançamento: 16-02-2026



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Detalhes do Produto

Sinopse

Numa planície desolada, fustigada pela chuva incessante e pelo vento, ergue-se o que resta de uma antiga cooperativa agrícola, tornada agora cenário cinzento de decadência, ruína e espera. Na taberna local, as moscas zumbem, as aranhas tecem, e os poucos habitantes que ainda ali subsistem, personagens apáticas, alcoólicas, grotescas, bebem e dançam ao som do acordeão. Os tangos sucedem-se a um ritmo infernal, enquanto todos aguardam pela manhã e pelo anunciado regresso do misterioso Irimiás, «o homem das situações desesperadas e pastor de homens sem esperança», dado há muito como morto e promovido a figura messiânica. É nas mãos deste charlatão e na sua falsa boa nova que depositam os seus sonhos e destino.
Romance inaugural e obra-prima de László Krasznahorkai, Prémio Nobel de Literatura 2025, O Tango de Satanás é uma parábola universal repleta de simbolismo religioso e político que já alcançou o estatuto de clássico contemporâneo, tendo sido adaptado ao cinema por Béla Tarr.
Tradução do húngaro de Ernesto Rodrigues.


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Amostra

Autor

László Krasznahorkai

László Krasznahorkai (Gyula, 1954), «mestre húngaro do Apocalipse», segundo Susan Sontag, e «autor intenso e intransigente», segundo W. G. Sebald, criou uma obra visionária, traduzida em quarenta línguas, constituída por romances, como O Tango de Satanás (1985), Az ellenállás melankóliája [Melancolia da Resistência] (1989), Háború és háború [Guerra e Guerra] (1991) ou Herscht 07769 (2021), ficção breve, ensaios e guiões, tendo estes últimos resultado em adaptações cinematográficas por Béla Tarr.
Foi distinguido com inúmeros prémios literários, nos quais se incluem o Prémio Kossuth em 2004, o America Award in Literature em 2014, o Man Booker International Prize em 2015, o National Book Award for Translated Literature em 2019, o Austrian State Prize em 2022 e o Prix Formentor em 2024. Recebeu o Prémio Nobel de Literatura 2025 pela sua «obra envolvente e visionária que, no meio do terror apocalíptico, reafirma o poder da arte. É um grande escritor épico, na tradição centro-europeia que se estende de Kafka a Thomas Bernhard».

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