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Vivo até à Morte seguido de Fragmentos

Biblioteca de Filosofia Contemporânea

Paul Ricoeur

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13,41 € 14,90 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Foi em 1996 que Paul Ricoeur, na altura com 83 anos, se perguntou: «Que posso dizer da minha morte?» «Como fazer o luto de um querer-existir depois da morte?» Esta longa reflexão sobre o morrer, sobre o moribundo e a sua relação com a morte, e também sobre o após-vida (a ressurreição) passa por duas meditações: as de textos de dois sobreviventes dos campos de concentração (Jorge Semprún e Primo Levi) e pela confrontação com o livro de um grande exegeta como Xavier Léon-Dufour, sobre a ressurreição.
A segunda parte do livro é composta por textos escritos em 2004 e 2005, que o próprio Ricoeur intitulou «fragmentos» (sobre o «tempo da obra» e o «tempo da vida», sobre o acaso de ter nascido cristão, sobre a controvérsia, sobre Derrida, sobre o Pai Nosso...). Textos curtos, escritos por vezes com mão trémula. O último, da Páscoa de 2005, foi escrito um mês antes da sua morte.

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Autor

Paul Ricoeur

Paul Ricoeur (1913-2005) foi um dos maiores filósofos e pensadores franceses do pós-guerra. Deu aulas em várias universidades (Estrasburgo, Sorbonne, Nanterre, Lovaina, Chicago) e escreveu uma obra vastíssima e polifacetada, com contribuições importantes para diversas áreas, das quais se destacam a ética, a hermenêutica, a fenomenologia, a psicanálise, a história, a teoria literária, a teoria crítica, a filosofia política e os estudos bíblicos. Dele Edições 70 publicou Teoria da Interpretação, A Simbólica do Mal, Discurso da Ação, Amor e Justiça, Vivo até à Morte, A Crítica e a Convicção, Diálogo sobre a História e o Imaginário Social (com Cornelius Castoriadis) e ainda O Homem Falível.

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