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Detalhes do Produto

Sinopse

Edição comemorativa dos vinte anos da tradução integral da Ética a Nicómaco

Um livro fundamental para a cultura do Ocidente.

Ética a Nicómaco trata da felicidade como projeto essencial do ser humano. Das virtudes, da sensatez, do que se pode e do que se deve fazer. Trata da possibilidade de se existir de acordo com as escolhas que fazemos. De se ser autónomo, de viver com gosto. Trata da procura do prazer pelo prazer – e do prazer pela honra. Da justiça. Das formas de vida que levam à felicidade. Da procura do amor. É um livro fundamental para a cultura do Ocidente.


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Autor(es)

Aristóteles

Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.) foi um filósofo grego do período clássico. Faz parte, juntamente com Sócrates e Platão, de quem foi discípulo, da tríade de fundadores da filosofia ocidental. Depois da morte de Platão, em 347 a.C., abandonou a Academia desavindo com a nova direção. Depois da morte de Alexandre Magno, de quem foi precetor, fundou a sua própria escola, o Liceu, ou escola peripatética. Os escritos que dele nos chegaram versam sobre física, metafísica, estética, lógica, retórica, política, ética, biologia, linguística, economia e zoologia.


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António de Castro Caeiro

António de Castro Caeiro (Lisboa, 1966) obteve o grau de doutor em Filosofia Antiga com a tese "A Areté como possibilidade extrema do Humano, fenomenologia da práxis em Platão e Aristóteles" (1998), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL). Ensina na FCSH desde 1990, dedicando-se à Filosofia Antiga e à Filosofia Contemporânea e, em especial, ao trabalho de autores como Edmund Husserl, Max Scheler e Martin Heidegger. Estudou em Freiburg i. Br. (com F.-W. von Herrmann) e foi Visiting Scholar na University of South Florida (onde colaborou com Charles Guignon). Ministra seminários de tradução de textos de teor filosófico em alemão, grego antigo e latim. Traduziu do grego obras como "Ética a Nicómaco de Aristóteles" (Quetzal, 2004), "Píndaro - Odes Píticas para os Vencedores" (Prime Books, 2006), "Odes Olímpicas", de Píndaro (ed. abysmo). Publicou os ensaios "São Paulo: apocalipse e conversão" (Aletheia, 2014) e "Um Dia Não São Dias" (Abysmo, 2015).

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