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Sinopse

«No ano em que se comemoram os cem anos do nascimento do filósofo francês P. Ricoeur, falecido em 2005, publica Edições 70 a tradução portuguesa da obra A Simbólica do Mal, segundo volume de Finitude e Culpabilidade. Escrita em 1960, esta obra realiza a segunda revolução copernicana do filosofar, na exata medida em que o seu grande intuito é mostrar ao sujeito moderno que ele deixou de ser o centro de que parte a reflexão filosófica. De princípio do sentido, a consciência soberana, raiz da ciência e da plena autonomia do humano, converte-se doravante em problema a esclarecer já que a experiência da vontade má traz justamente a lume a sua opacidade e coloca ainda a pergunta sobre o significado do género humano. Será ele sapiens ou demens? Estará condenado ao trágico ou à salvação? Será dado à partida, ou surge primeiro perdido e disseminado, precisando de se apropriar?»
In Prefácio

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Autor

Paul Ricoeur

Paul Ricoeur (1913-2005) foi um dos maiores filósofos e pensadores franceses do pós-guerra. Deu aulas em várias universidades (Estrasburgo, Sorbonne, Nanterre, Lovaina, Chicago) e escreveu uma obra vastíssima e polifacetada, com contribuições importantes para diversas áreas, das quais se destacam a ética, a hermenêutica, a fenomenologia, a psicanálise, a história, a teoria literária, a teoria crítica, a filosofia política e os estudos bíblicos. Dele Edições 70 publicou Teoria da Interpretação, A Simbólica do Mal, Discurso da Ação, Amor e Justiça, Vivo até à Morte, A Crítica e a Convicção, Diálogo sobre a História e o Imaginário Social (com Cornelius Castoriadis) e ainda O Homem Falível.

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