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Tempo de Dádivas

Patrick Leigh Fermor

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Detalhes do Produto

Sinopse

"TRAVESSIA A PÉ POR UMA EUROPA PRÉ-SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, UMA EUROPA ENTRETANTO DESAPARECIDA 

1933-1935: países baixos – alemanha – áustria – checoslováquia - hungria – roménia – jugoslávia - bulgária – grécia – turquia

Como numa espécie de peregrinação, e com apenas 18 anos, Patrick Leigh Fermor decidiu partir a pé de Roterdão até Constantinopla, levando consigo apenas um bastão de caminhada, um bloco de notas, uma mochila e poupanças equivalentes a uma libra por cada semana de viagem. Estávamos em 1933 – o destino só foi alcançado em 1935 – e grande parte da Europa despertava ainda de uma espécie de Idade Média tardia, enquanto caminhava cegamente (Hitler já tinha chegado ao poder) para a Segunda Guerra Mundial, que mudaria o continente para sempre. Décadas depois, já com 60 anos, Fermor voltou às memórias desta viagem e transformou-a num clássico que se constituiu como testemunho sem igual de um tempo perdido.

Este livro corresponde ao primeiro volume do relato do autor, o mais emblemático, e chega até à Hungria. No segundo tomo, Between the Woods and the Water, parte daí e vai até às Portas de Ferro no rio Danúbio. Fermor já não foi a tempo de concluir em vida a terceira e última parte deste registo.

Com introdução de Jan Morris."

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Autor

Patrick Leigh Fermor

Patrick Leigh Fermor nasceu em 1915, em Londres, de ascendência inglesa e irlandesa. Aos 18 anos decidiu ir a pé até Constantinopla, a partir de uma pequena cidade da Holanda. Essa viagem deu origem ao livro A Time of Gifts (1977), que o consagrou como um dos grandes escritores de viagens do século XX. Escreveu ainda, entre outros, The Traveller?s Tree (1950), Mani (1958), Roumeli (1966) e Between the Woods and the Water (1986). Em 1939, Fermor alistou-se no exército irlandês e foi combater na Grécia, vivendo dois anos disfarçado de pastor nas montanhas de Creta, onde organizava a resistência à ocupação germânica. Em 1944, liderou a captura do general alemão Heinrich Kreipe, façanha celebrizada no filme Ill Met by Moonlight (1957). O documentário The 11th Day (2003), sobre a resistência em Creta, inclui uma entrevista a Fermor onde ele relata a sua vivência militar grega. Recebeu duas importantes condecorações militares britânicas - Order of the British Empire (1943) e Distinguished Service Order (1944) - e era cidadão honorário de três cidades gregas - Heraklion (Creta), Kardamyli e Gytheion (Peloponeso). Os seus livros foram galardoados com vários prémios literários: Heinemann Foundation Prize for Literature; WH Smith Literary Award; Lifetime Achievement Award (British Guild of Travel Writers); Thomas Cook Travel Award; Duff Cooper Memorial Prize. Foi ainda distinguido como Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras (França) e Comandante da Ordem da Fénix (Grécia). Em 2014 foi criada a Patrick Leigh Fermor Society. A partir de 1968, viveu entre a Grécia, numa casa que construiu com a mulher, perto de Kardamyli, e Worcestershire, em Inglaterra, onde morreu em 2011, aos 96 anos

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