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Detalhes do Produto

Sinopse

Adalberto Dias foi chamado à recuperação da Sé de Lisboa, um desejo realizado de Afonso Henriques.
Na Sé de Lisboa há, visíveis ou ocultas, várias camadas de ocupação. Não apagam completamente as anteriores, mantendo a condição de alicerce, acrescido pelo que se foi sobrepondo. Através de descobertas e surpresas no decorrer da obra, surgiram vestígios arqueológicos inesperados e, como tal, não previstos no programa inicial.
Nos tempos próximos de hoje as intervenções praticadas utilizaram novos materiais: ferro e betão. O ferro prevalece no projeto de Adalberto Dias, com a sua capacidade estrutural e com a sua expressão e materialidade, completando o que à pedra e ao betão compete, numa leitura do tempo que não é a da degradação e desaparecimento, mas da continuidade na utilização ou reutilização – pedras desenterradas ou refeitas, na procura dos exemplos ainda disponíveis.
A nova escada de acesso aos vários pisos, num ângulo do claustro recuperado, parece simbolizar as hesitações de hoje. Recorta-se vivamente ou quase desaparece, estendendo-se em poeira doirada e focos cortantes – e logo assumindo a evidência funcional.
Adalberto Dias (e quem o acompanha) seguiu o rigoroso trabalho de conservação e ou recuperação, ou de descoberta – e de criação oportuna e transformadora. Como sucedeu ao longo dos séculos de existência da Sé de Lisboa.
Álvaro Siza, in Prefácio (adaptado)

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Autor

Adalberto Dias

Licenciatura em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto.
Doutorado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, com a tese Razões do Construir.
Exerceu funções de Docente na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e foi Professor Convidado em Lausanne, Veneza, Bolonha, Milão e Nápoles.
Realizou projectos e obras de Habitação Unifamiliar e Colectiva, de Recuperação e Reabilitação de Edifícios, de Equipamentos e Serviços e de Desenho Urbano, alguns dos quais premiados em Concursos. As suas obras têm sido publicadas em revistas portuguesas e estrangeiras da especialidade.
Tem proferido conferências em Portugal e no estrangeiro e participado em exposições em Portugal, Espanha, França, Itália, Japão, Brasil.
Recebeu vários prémios, dos quais se salienta:
· Prémio Nacional de Conservação e Restauro, 2017.
Obra: Reabilitação do Convento e Igreja de São Francisco e novo Núcleo Museológico, Évora.
· Prémio Nuno Teotónio Pereira (antigo Prémio IHRU de Reabilitação Urbana), 2016, categoria Reabilitação de Edifício.
Obra: Reabilitação do Convento e Igreja de São Francisco e novo Núcleo Museológico, Évora.
· Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, 2015.
Obra: Antigas Oficinas da APDL, Leça da Palmeira.
· Prémio de Excelência, do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade e jornal Planeamento e Cidades, 2009.
Obra: Requalificação do Espaço Público do Rossio e Largos Adjacentes, Estremoz, com Graça Nieto.
· Nomeação Prémio Secil Arquitectura 98.
Obra: Departamento de Engenharia Mecânica, Universidade de Aveiro.
· Menção III Trienal Internacional de Sintra 98.
Obra: Projecto da Ponte do Infante sobre o Rio Douro.
· Nomeação Prémio Mies van der Rohe 96.
Obra: Departamento de Engenharia Mecânica, Universidade de Aveiro.
· Nomeação Prémio Iberfad 96.
Obra: Departamento de Engenharia Mecânica, Universidade de Aveiro.
· Menção I Trienal Internacional de Sintra 92.
Obra: Casa J. Neto, Aguda.

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