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Por Uma Habitação Básica - Cidadania, democracia associativa e metodologias participativas

Manuel Carlos Silva, Fernando Matos Rodrigues, João Teixeira Lopes, António J. Cerejeira Fontes, Teresa Morais

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Detalhes do Produto

Sinopse

MODOS DE VIDA E FORMAS DE HABITAR

São avançadas reflexões de cariz interdisciplinar sobre DEMOCRACIA E O SISTEMA ASSOCIATIVO NO QUADRO DE UM HORIZONTE ECOSSOCIALISTA COLORIDO PARA O SÉCULO XXI, a sociopraxis com uma malha de metodologias participativas em vista da transformação e emancipação social, O DIREITO À HABITAÇÃO NO QUADRO DO DIREITO À CIDADE E À JUSTIÇA ESPACIAL, postos em causa pela financiarização dos mercados e fenómenos de especulação imobiliária, gentrificação e turistificação em prejuízo das classes populares e mesmo intermédias.

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Autor(es)

Manuel Carlos Silva

Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, Sociólogo, Doutorado pela Universidade de Amesterdão em Ciências Sociais, Culturais e Políticas, ex-Diretor de Centro de Investigação em Ciências Sociais (2004-2014), ex-Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia (APS) (2010-2012), é investigador integrado do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.Nova), Universidade do Minho.

Professor catedrático aposentado pela Universidade do Minho e Professor Visitante em Angola, Espanha, Colômbia e Brasil, foi avaliador de cursos em Ciências Sociais em Portugal pela Agência A3ES (2010- 2014), de candidaturas para bolsas de doutoramento e pósdoutoramento (2004-2013), assim como da produção científica em ciências sociais na FCT/Portugal e na ANVUR/Itália. Distinguido com o Prémio Sedas Nunes pela obra sobre o campesinato intitulada Resistir e Adaptar-se (Afrontamento, 1998), coorganizou diversos congressos (inter)nacionais (Conglab, 2009; APS, 2012), coordenou vários projetos de investigação e publicou, em autoria ou co-autoria, 32 livros e mais de 200 capítulos de livros e artigos em revistas (inter)nacionais sobre o rural-urbano, o desenvolvimento e as desigualdades sociais (de classe, étnico-raciais e de género).

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Fernando Matos Rodrigues

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João Teixeira Lopes

João Teixeira Lopes tem 54 anos e é sociólogo. Trabalha como professor e investigador na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Coordena o Instituto de Sociologia. Tem publicado nos domínios da sociologia das desigualdades, cultura, juventude e educação.

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António J. Cerejeira Fontes

Engenheiro Civil desde 1992 e Arquiteto desde 2000, é Especialista em Planeamento Urbano. Doutorando na Universidade do Minho, é Docente Convidado na Universidade do Minho e em várias instituições de ensino superior na Europa. Sócio-fundador da Cerejeira Fontes Architects, foi vencedor de diversos prémios (inter)nacionais e selecionado para várias exposições internacionais, além de (co)autor em diversas publicações sobre espaço urbano e habitação.

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Teresa Morais

Maria Teresa de Teixeira de Simões Morais, Magistrada do Ministério Público desde 1990, exerceu funções de coordenação, no DIAP do Porto, das Seções especializadas de criminalidade organizada e especialmente violenta, crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual e crimes de violência doméstica e de maus-tratos. Em 2012 apresentou e lançou o projeto denominado «Um Passo Mais», gizando uma forte e desburocratizada articulação entre as entidades envolvidas na investigação da violência doméstica e maus-tratos, com avaliação independente por parte da Escola de Criminologia da Universidade do Porto. Foi representante de Portugal na Rede Especializada em Temas de Género da Associação Iberoamericana de Ministérios Públicos e, a latere, participou no «Primer Encuentro Internacional de Buenas Práticas para Enfrentar las Violencias Contra las Mujeres en Razón del Género y el Femicídio», em Bogotá. Foi dirigente da SEIVD (Seção Especializada Integrada de Violência Doméstica) do Porto/Matosinhos desde o seu início e até Setembro de 2024, data em que foi promovida a Procuradora-Geral Adjunta. Para além de artigos, nomeadamente, sobre a Lei das Armas e sobre a Mediação Penal; em 2019 publicou, pela editora Almedina, o livro «Violência Doméstica – o Reconhecimento Jurídico da Vítima» e, em 2022, o livro coletivo «Violências Domésticas - Novas Questões Antigas», juntando saberes de diferentes áreas. Participou no livro «Direitos Humanos das Mulheres» e publicou recentemente um artigo na Revista do Centro de Estudos Judiciários sobre as medidas especiais de proteção da vítima (de VD). Tem participado em diversas conferências e colaborado com várias entidades em matéria de violência doméstica, na partilha de ideias e de questões, considerando-se sempre uma aprendiza. (teresa.s.morais@gmail.com).

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