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Os 40 Melhores Sonetos de Luís de Camões e Outros Poemas

Luís Vaz de Camões

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Sinopse

Considerado o maior poeta da língua portuguesa, pelo menos até ao aparecimento de Fernando Pessoa, o seu domínio do verso foi comparado ao de Shakespeare, Homero, Virgílio e Dante. Escreveu uma quantidade considerável de poesia e drama lírico.

«O amor, ou os amores, podem estar na própria origem do périplo marítimo empreendido por Camões, pois há indícios de que foi constrangido a zarpar por ter ousado cortejar uma ou mais damas do Paço Real. Ou terá sido a ânsia de aventuras a atraí-lo para o mar? Talvez tenham sido as duas causas em conjunto. Ardente a viver e ardente a amar, Carmões não era homem que conseguisse evitar meter-se em sarilhos. Sem ser propriamente estouvado, sentia-se continuamente impelido a viver no limite.»

«Se a produção poética de Camões foi fruto do seu génio particular, esse génio foi, por sua vez, fruto do tempo e das circunstâncias em que floresceu.»
Richard Zenith, especialista na obra de Camões e Fernando Pessoa

«Uma boa tradução de um clássico é algo que nos proporciona um enriquecimento e que fica mais próximo de nós.»
Vasco Graça Moura

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Autor

Luís Vaz de Camões

Luiz Vaz de Camões (c. 1524 - 1679 ou 1580) é o poeta nacional português por excelência e um dos grandes nomes da literatura europeia do Renascimento. Pouco ou nada se sabe sobre a sua família, infância e juventude. Terá sido educado nas formas de cultura clássicas e também na literatura moderna, o que se depreende da sua posterior produção literária. Soldado, aventureiro, mulherengo apaixonado, Camões esteve em África e no Oriente português. Envolveu-se em polémicas e com mulheres casadas, esteve preso por diversas vezes e produziu uma das mais importantes obras literárias no quadro da literatura europeia da época. «Os Lusíadas» é uma das obras mais traduzidas da literatura portuguesa e reconhecida como uma das mais poderosas e brilhantes epopeias da literatura do renascimento europeu. A sua lírica e teatro são igualmente notáveis e invulgares, e as cartas um testemunho histórico valiosíssimo. *** Considerada a mais importante camonista viva, Maria Vitalina Leal de Matos foi professora da Faculdade de Letras de Lisboa, onde leccionou várias cadeiras de Literatura Portuguesa, com que está relacionada a sua produção ensaística. Vive em Lisboa, e durante alguns anos habitou em Paris e em Áquila (Itália). Em 2009, publicou dois livros de poesia, Incandescências e Uma pequena voz (Ed. Colibri), e um guião para um espectáculo, A Paixão segundo Fernando Pessoa (na mesma editora). Estreou-se no romance em 2010, com Camões, Este meu duro génio de vingança (Arcádia, Babel). Em 2013 publicou o livro de prosas poéticas Prosas Desfocadas (4Águas Editora). Continua a escrever ensaio, poesia e romance. O livro Secretário. Memórias, saiu pela BookBuilders, em 2016. Sobre Camões, a sua bibliografia é extensíssima e espalha-se por largas dezenas de artigos, ensaios, volumes colectivos, edições críticas, comentadas, e obras individuais.

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