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Caderno Proibido

António Botto

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Detalhes do Produto

Sinopse

Caderno Proibido de António Botto reúne poemas inéditos de um dos poetas mais marcantes e mais polémicos da História da poesia portuguesa

Ambientado no calor brasileiro, Caderno Proibido acolhe intensas experiências eróticas; umas talvez sejam imaginadas, outras serão provavelmente reais e autobiográficas. É essa a matéria da compilação que nos traz os poemas mais «chocantes» de António Botto.

Para este Caderno Proibido..., livro que o autor planeava publicar, tendo morrido antes de o fazer, Botto escreveu poemas sem subterfúgios, carnais e explícitos, podendo mesmo – tudo dependendo da linha vermelha que se escolha – ser considerados pornográficos e obscenos.

Muitos leitores, estamos certos, vão deliciar-se com a expressão das mais profundas relações amorosas, dos mais intensos sentimentos, de paixão e de emoção, mas também de ciúme e posse, sexo e emoções estéticas.

São esses os poemas que aqui se reúnem com organização, fixação dos textos e prefácio de Victor Correia.


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Autor

António Botto

Nasceu em 1897, na Concavada (Abrantes), e faleceu em 1959, no Rio de Janeiro (Brasil).
Ainda muito novo, foi viver para Lisboa com os seus pais e foi aí que cresceu e viveu grande parte da sua.
Botto foi aspirante a actor, ajudante de livraria e escriturário da Função Pública, de onde foi despedido por razões que no fundo tinham que ver com a sua homossexualidade assumida.
Escreveu poesia, contos e teatro, tendo publicado inúmeras obras, sendo a mais conhecida – e também a mais controversa – Canções, obra de poesia homoerótica publicada em 1921 que causou grande agitação nos meios conservadores da época, ficando associada à polémica da chamada «literatura de sodoma», e que veio a ser proibida.
Fernando Pessoa era seu amigo e António Botto foi o autor sobre quem Pessoa mais escreveu e elogiou, tendo sido seu prefaciador, crítico literário, tradutor e editor.
António Botto teve um papel fundamental na História da poesia portuguesa do seu tempo, marcando-a com um lirismo poético muito próprio.

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