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Sinopse

Finalista do Pushkin House Prize

«O espião mais formidável da história»
Ian Fleming

«Uma biografia soberba [...] Foram escritos mais de cem livros sobre [Sorge], e este é sem dúvida o melhor»
Ben Macintyre

«Uma história humana envolvente com a complexidade de um thriller político»
Standpoint

Nascido em Baku em 1895 de pai alemão e mãe russa, Richard Sorge moveu-se num mundo de alianças instáveis e infinitas possibilidades. Membro da geração revoltada e iludida que encontrou nas suas experiências nos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial crenças novas e radicais, Sorge tornou-se um comunista fanático ? e o espião mais formidável da União Soviética.

Como muitos dos grandes espiões, Sorge foi um sedutor-nato, combinando charme com manipulação implacável. Não precisava de se ocultar para desvendar segredos de Estado bem guardados ? as suas vítimas partilhavam-nos de bom grado. Como correspondente estrangeiro, infiltrou-se e influenciou os mais altos quadros das sociedades alemã, chinesa e japonesa nos anos que precederam e durante a Segunda Guerra Mundial. As suas informações sobre a Operação Barbarossa e as intenções japonesas de não invadir a Sibéria em 1941 revelaram-se cruciais para a contraofensiva soviética na Batalha de Moscovo, que determinou o desenlace da guerra.

Nunca até agora a história de Sorge fora contada da perspetiva russa, bem como das perspetivas alemã e japonesa já conhecidas. Owen Matthews recorre à profusão dos arquivos soviéticos dessegredados ? juntamente com testemunhos daqueles que conheceram e trabalharam com Sorge ? para recuperar a história fascinante do homem descrito por Ian Fleming como «o espião mais formidável da história».

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Amostra

Autor

Owen Matthews

Owen Matthews estudou História Moderna em Oxford, antes de iniciar a sua carreira como jornalista na Bósnia. Escreveu para o Moscow Times, The Times, Spectator e Independent. Em 1997, tornou-se correspondente da revista Newsweek em Moscovo, cobrindo a segunda guerra chechena, da guerra do Afeganistão, do Iraque e do conflito no Leste da Ucrânia. O seu primeiro livro sobre a história da Rússia, Stalin’s Children, foi traduzido para vinte e oito línguas e foi finalista do First Book Award do jornal The Guardian e do Prémio Médicis. O Espião Perfeito foi finalista do Pushkin House Prize.

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