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Do 25 de Novembro aos Nossos Dias - História da Contrarrevolução

Raquel Varela, Adriano Zilhão

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Sinopse

Se, a 25 de Abril de 1974, começou em Portugal uma revolução socialista, terá, a 25 de Novembro de 1975, começado a contrarrevolução que a derrotou?

Que ideologia, que classes comemoram, no dia 25 de Novembro, a contrarrevolução? 

Como relacionar a ascensão do neofascismo em Portugal na forma do partido Chega e de bandos a ele ligados, com as comemorações oficiais desta data no Parlamento? 

Que papel tem a memória? 

E que é da verdade? Que é dela, nestes tempos de barbárie social? 

Os canais oficiais dizem que, se 25 de Abril foi a libertação da ditadura, só a 25 de Novembro o «regime democrático» ficou consagrado.

Será verdade? E entre as duas datas, que se passou ao certo no tal PREC, sobre o qual desce um véu de silêncio?

Mas também isto — isto sobretudo: no meio do nevoeiro que os novos comemoradores aspergem sobre a história da revolução operária e socialista portuguesa e da contrarrevolução, que papel, em tão decisivos eventos, desempenharam as direcções do PCP e do PS, os dois partidos maioritários?

Esta obra não segue a narrativa oficial das comemorações do 25 de Novembro. 

Narra, sim, a revolução e a contrarrevolução do ponto de vista dos trabalhadores que fizeram a primeira — e sofreram a segunda.

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Autor(es)

Raquel Varela

Raquel Varela, historiadora, professora universitária e investigadora, é autora de A História do PCP na Revolução dos Cravos (2011), História do Povo na Revolução Portuguesa – 1974-75 (2014), Breve História da Europa (2018) e Breve História de Portugal – A Era Contemporânea (1807-2020) (2023), entre outros. Tem mais de quarenta livros publicados ou editados. É especialista em história do 25 de Abril e também em história das revoluções no século XX. Participa semanalmente em programas de televisão e rádio, e é guionista de documentários. Foi agraciada com vários prémios, entre eles, o Prémio da Associação Ibero-Americana de Comunicação/Universidade de Oviedo, Espanha, pelo seu contributo para a história global do trabalho e dos movimentos sociais. Em 2020, foi distinguida com a bolsa de investigação Simone Veil, Project Europe-Universidade de Munique. É presidente do Observatório para as Condições de Vida e Trabalho.

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Adriano Zilhão

Adriano Zilhão é licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa e mestre pela mesma instituição.

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