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Sinopse

No dia seguinte ao da morte da sua mãe, a 25 de Outubro de 1977, Roland Barthes começa um «Diário de Luto». Escreve a tinta, e por vezes a lápis, em fichas que ele próprio prepara a partir de folhas de papel A4 cortadas em quatro, e das quais mantém sempre uma reserva em cima da sua mesa de trabalho.
Enquanto redige este Diário, Roland Barthes prepara o seu curso para o Collège de France sobre «O Neutro» (Fevereiro-Junho de 1978), escreve o texto da conferência intitulada «Longtemps je me suis couché de bonne heure» (Dezembro de 1978), publica um grande número de artigos em diferentes jornais e revistas, escreve A Câmara Clara entre Abril e Junho de 1979, redige algumas páginas do seu projecto «Vita Nova» durante o Verão de 1979, prepara o seu duplo curso para o Collège de France sobre «La Préparation du roman» (Dezembro de 1978 - Fevereiro de 1980). No princípio de cada uma destas obras maiores, todas elas explicitamente postas sob o signo da morte da mãe, encontram-se as fichas do «Diário de Luto».

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Autor

Roland Barthes

Linguista, semiólogo e crítico, ROLAND BARTHES, figura destacada do movimento estruturalista, classifica o seu próprio trabalho como o de um «ser da linguagem»: “É a linguagem, em todos os níveis (da frase ao discurso) e através das diversas formas (artes, literaturas, sistemas), que sempre me tem interessado, que eu sempre tenho desejado.”
ROLAND BARTHES nasceu em 1915 em Cherburgo,mas foi em Paris que fez os seus estudos liceais e universitários. No final dos anos 30 termina a sua licenciatura em Clássicas, funda o Grupo de Teatro Antigo (com o qual viaja à Grécia) e obtém um diploma de Estudos Superiores sobre a tragédia grega. Em 1943 recebe o último certificado de licenciatura em Gramática e Filologia e, após 5 anos de permanente estadia em sanatórios devido a uma lesão pulmonar, estabelece-se como bibliotecário-adjunto e, depois como professor, no Instituto Francês de Bucareste e como leitor na Universidade desta cidade. De 1952 a 1962 foi sucessivamente leitor na Universidade de Alexandria, no Egipto; estagiário de investigação no CNRS, no campo da lexicologia; conselheiro literário nas Editions de l’Arche e agregado de investigação no CNRS, no campo da Sociologia. Já no início da década de 60, colaborou na VI Secção da École Pratique des Hautes Etudes como chefe de trabalhos, no âmbito das ciências económicas e sociais, e foi director de estudos, na mesma Escola, referentes à “sociologia dos signos, símbolos e representações”. Em 1974 é proferida a “Lição de Abertura”, da cadeira de Semiologia Literária, no Colégio de França (publicada sob o título de Lição).
Edições 70 já publicou grande parte da obra de Roland Barthes: O Grau Zero da Escrita, Elementos de Semiologia; Mitologias; Ensaios Críticos; Crítica e Verdade; Sistema da Moda; S/Z; Sade, Fourier Loiola; O Óbvio e o Obtuso; Roland Barthes por Roland Barthes; Fragmentos de um Discurso Amoroso; Lição; A Câmara Clara; O Prazer do Texto precedido de Variações sobre a Escrita; Diário de Luto; Cadernos da Viagem à China.

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