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Derrida – Em Nome da Justiça - Do Cosmopolitismo à Alter-Mundialização por Vir

Skiagraphia's

Fernanda Bernardo

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Sinopse

Derrida – em nome da justiça
Do cosmopolitismo à alter-mundialização por vir
(Kant – Celan – Levinas – Derrida)


«Die Welt ist fort, ich muss dich tragen» / «O mundo acabou, [eu] tenho de portar-te» é o verso de Paul Celan que, a título de exergo, me serve aqui de fio condutor para tentar dilucidar, a par, quer a singularidade da Desconstrução derridiana, como idioma de pensamento filosófico no contexto da História da Filosofia, quer a singularidade da ousadia sonhadora da sua proposta de re-pensar o cosmopolitismo em termos de alter-mundialização por vir ou de «nova Internacional democrática», assim revolucionando o tradicional paradigma onto-fenomenológico e, mesmo, onto-teológico do político (polis).


Índice
Preliminar
Uma nova arca de Noé para o século XXI
I
Cosmopolitas, mais um esforço!
1. – Derrida e a promessa de um novo espírito das Luzes
II
«O mundo está longe, […]»
Para além do cosmopolitismo
– por um novo espírito alter-mundialista por vir
1. – Para além do cosmopolitismo – o espírito da Justiça
2. – «O mundo está longe» – ou os pressupostos metafísicos do cosmopolitismo
2. 1. – A paixão do animal e o destino sacrificialista
2. 2. – Origem, história e traços da tradição sacrificialista
2. 3. – A «via de saída» da tradição sacrificialista – a «via da compaixão»
III.
«[…] eu tenho de portar-te»
O meridiano po-ético da alter-mundialização por vir
1. – Celan e o meridiano po-ético
2. –Lévinas e Derrida e a «eticidade da ética»
3. – Lévinas – a ética ou o reconhecimento da “santidade” (Kadosh)
4. – O “terceiro” – a questão da justiça/direito
5. – Derrida – a Desconstrução é a justiça
6. – A justiça (ética) – o “para além” do cosmopolitismo
Bibliografia

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Autor

Fernanda Bernardo

Fernanda Bernardo é professora de filosofia contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra - de longa data filosoficamente posicionada na Desconstrução e trabalhando na intersecção da filosofia com a literatura, a poética, as artes do visível, a ética e a política. Para além de tradutora de Jacques Derrida, de Emmanuel Levinas, de Maurice Blanchot e de Jean-Luc Nancy, é também autora de vários escritos, em revistas e obras colectivas nacionais e internacionais, "sobre" estes autores, de que se lembrarão aqui apenas os títulos dos do ano em curso: "Jean-Luc Nancy - peut-être du côté de l’anastasis"; "Les Carnets de Captivité - par-delà la mort, une ouverture sur le visage de Levinas. Entretien avec Alain David"; "A assinatura ético-metafísica da experiência do cativeiro de Emmanuel Levinas. Uma nova orientação para a filosofia - uma outra incondição para o humano"; "L'athéisme messianique de Derrida. "Penser et Agir à Contretemps" ou La portée hyper-politique de la Déconstruction"; "Moradas da Promessa. Demorança & Sobre-Vivência: Aporias da fidelidade infiel. Em torno do pensamento e da obra de Jacques Derrida"; "Penser le monde - Faire l'impossible: penser (et) agir à contretemps (La question de l'action dans la trace de Kant et de Heidegger contresignée par Derrida)" e "A "loucura" do perdão - um "impossível" da desconstrução derridiana"; "E. Levinas - J. Derrida: pensamentos da alteridade ab-soluta".

Membro do Comité Científico de Filosofia do SSHRC - CRSH (Canadá/2012), Fernanda Bernardo foi também a Representante de Coimbra-Cidade refúgio (2003-2006) no Réseau International des Villes Refuge afecto ao Parlement International des Écrivains (Strasbourg).

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