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Detalhes do Produto

Sinopse

Em Cinético, Ricardo Marques volta ao tema das pedras e das ruínas, num ciclo iniciado em Ruinenlust (2016), ambos publicados na Colecção 32 da não (edições).
Ao longo de cerca de 20 poemas, que podem ser lidos como um único texto, muitas são as ligações intertextuais e contextuais convocadas por esse tópico tão caro à literatura. 
Entre um concretismo devedor da obra de Cabral de Melo Neto ou de Sophia de Mello Breyner Andresen, e uma retórica torrencial de revisitação de lugares da infância, Cinético alude a uma certa Europa mediterrânico-atlântica, um território de diálogo privilegiado na poética do autor.
Este livro viaja entre vários tempos e geografias, não se excluindo a comentar a actualidade do mundo, do centro até às várias margens.

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Autor

Ricardo Marques

Poeta, tradutor e investigador. De entre alguns ensaios publicados, destaca-se o volume Tradição e Vanguarda: As Revistas Literárias do Modernismo Português (1910-1926), ed. Biblioteca Nacional de Portugal (2020), bem como a antologia de poesia portuguesa contemporânea Já não dá para ser moderno: seis poetas de agora, ed. Flan de Tal (2021). Traduziu para português nomes tão díspares como Anne Carson, Billy Collins, Edwin Morgan, Patti Smith ou Vicente Huidobro. Tem publicado poesia regularmente desde 2012, sendo o seu livro mais recente Lucidez, ed. não (edições) (2019). A Varanda é a sua estreia na ficção.

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