Partilhar

Desconto: 10%
15,31 € 17,00 €
Wishlist Icon

Poderá gostar

Desconto: 10%
14,31 € 15,90 €
Wishlist Icon
Desconto: 10%
19,71 € 21,90 €
Wishlist Icon
Desconto: 10%
10,71 € 11,90 €
Wishlist Icon

Karl Marx

Vários
Desconto: 10%
20,26 € 22,50 €
Wishlist Icon

Detalhes do Produto

Sinopse

A Vida Faz-se de Acasos e Valores reúne textos de Hipólito dos Santos que compõem a biografia de um dos mais conhecidos militantes antifascistas e anticapitalistas da geração do pós-guerra. Hipólito dos Santos participou no movimento cooperativista, onde conheceu os velhos militantes anarco-sindicalistas, na tentativa de golpe de Estado que ficou conhecida como A Revolta de Beja, esteve exilado na Argélia com Humberto Delgado, participou na Luar e militou, no pós-25 de Abril, no PRP/BR, que abandonou mais tarde por divergências políticas. Até à sua morte, em 2017, manteve-se activo nas actividades de cooperação internacional e no cooperativismo.
É autor de livros como Maneiras Cooperativas de Pensar, O Golpe de Beja, Felizmente Houve a Luar e Sem Mestres, nem Chefes o Povo Tomou a Rua, editado pela Letra Livre.
A organização do livro coube à filha, Irene HIpólito dos Santos.

Ler mais

Autor(es)

José Hipólito dos Santos

José Hipólito Santos nasceu no Porto, em 1932.
Começou a trabalhar cedo, ainda estudante, ligando-se nessa época a grupos de jovens oposicionistas. Nos anos 1950, enquanto cumpria o serviço militar em Lisboa, frequentou a casa de António Sérgio, envolveu-se no MUD e participou na cooperativa Fraternidade Operária/Ateneu Cooperativo, onde conheceu militantes anarquistas e sindicalistas, entre os quais Emídio Santana, Germinal de Sousa, Moisés da Silva Ramos e José de Sousa.
Em 1957, colaborou activamente na campanha de Humberto Delgado. Após terminar o curso de Económicas, foi trabalhar para a CUF, mantendo uma activa militância antifascista, que o levou a associar-se ao Movimento da Sé e a participar no Golpe de Beja. Em consequência dessa actividade, Hipólito Santos foi preso em 1962. Libertado sob caução, exilou-se em França e depois na Argélia, onde se envolveu na criação do MAR.
Em 1967, rumou a França, onde se inscreveu num doutoramento e se envolveu nas contestações do Maio de 68. Ainda nesse ano, aderiu à LUAR, organização que vem a deixar em 1970.
Em 1974, após a queda da ditadura, foi reintegrado na CUF e contratado como professor do ISE, tornando-se também presidente da Associação de Inquilinos Lisbonenses e participando activamente nos movimentos de moradores que vieram a marcar as lutas sociais desse período. Em finais do mesmo ano, aderiu ao PRP-BR, cuja direcção passou a integrar no ano seguinte, mas da qual se demitiu, em Abril de 1978, por desacordo com a orientação política da organização.
A partir da década de 80, após fundar a cooperativa SEIES, trabalhou em diversos projectos de cooperação em Moçambique, na Nicarágua e na Guiné-Bissau, países onde desenvolveu actividades académicas como pesquisador e professor convidado.
José Hipólito Santos é autor, entre outros, dos livros Maneiras Cooperativas de Pensar e Agir, Contributo para a História do Cooperativismo, Revolta de Beja e Felizmente Houve a LUAR.
José HIpólito dos Santos morreu a 14 de Dezembro de 2017, com 85 anos.

Ler mais

Irene Hipólito dos Santos

Ler mais