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A Noite - Edição Comemorativa 50 Anos

José Saramago

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Detalhes do Produto

Sinopse

A presente edição destina-se a assinalar os cinquenta anos de atividade da Editorial Caminho, fundada em dezembro de 1975. A escolha desta forma de assinalar este aniversário justifica-se por dois motivos: José Saramago, que continua a ser o único escritor de língua portuguesa a conquistar o Prémio Nobel da Literatura, foi publicado pela Caminho ao longo de mais de trinta anos, até depois da sua morte em 2010; por outro lado, foi precisamente com esta peça de teatro que em 1979 José Saramago entrou na Caminho, e entrou para ficar, deixando uma marca indelével na editora.

Zeferino Coelho (editor)

Foi no início de junho de 1979 que, no palco e na sala da Academia Almadense, onde então o Grupo de Campolide (atual Companhia de Teatro de Almada) estava sediado, as palavras escritas por José Saramago na sua primeira peça de teatro ganharam corpo e alma. E a sua estreia como dramaturgo foi um dos momentos mais emocionantes da vida da companhia dirigida por Joaquim Benite.
"A Noite" foi escrita por José Saramago a convite de Luzia Maria Martins, que dirigia o Teatro Estúdio de Lisboa. A encenadora e dramaturga (maltratada em vida, e hoje injustamente esquecida) desafiou o autor a escrever uma peça no quinto aniversário do 25 de Abril. José Saramago aceitou o desafio e criou "A Noite". Mas, sem financiamento por parte do Estado, Luzia Maria Martins não pôde produzir e encenar a peça, e o escritor entregou-a a Joaquim Benite e ao Grupo de Campolide, de cujos espetáculos era espetador e admirador.

José Martins (encenador e ator)

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Autor

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998
Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

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