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A Máquina do Ódio

Patrícia Campos Mello

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14,94 € 16,60 €

Detalhes do Produto

Sinopse

"Jornalismo

Fake News 

Violência Digital

A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. 

Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.

Prefácio de Ricardo Costa


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Autor

Patrícia Campos Mello

Patrícia Campos Mello (1974) é formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo e tem mestrado em Jornalismo Económico pela Universidade de Nova Iorque, onde recebeu uma bolsa de estudos. Foi correspondente em Washington do jornal O Estado de S. Paulo de 2006 a 2010. Fez reportagens sobre a crise económica nos EUA e, entre outras, cobriu as eleições americanas de 2008, 2012 e 2016, e as indianas de 2014 e 2019, além dos atentados do 11 de Setembro ou a Guerra do Afeganistão. Atualmente é repórter especial e colunista da Folha de S. Paulo, além de comentadora da TV Cultura. Em 2018 ganhou o Grande Prémio Petrobras de Jornalismo e o Prémio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha; em 2019, o Prémio Internacional de Liberdade de Imprensa (Comité para a Proteção de Jornalistas), o Prémio Especial Vladimir Herzog e o Grande Prémio Folha de Jornalismo; recebeu ainda, em 2020, o Prémio Maria Moors Cabot. É autora do livro Lua de Mel em Kobane, sobre um casal que conheceu na Síria e que sobreviveu ao cerco do Estado Islâmico. Em 2018 publicou uma série de reportagens sobre operações de desinformação pelas redes sociais e uso ilegal do WhatsApp para manipular a opinião pública no Brasil. As reportagens levaram o Tribunal Superior Eleitoral a agir e o WhatsApp a admitir, pela primeira vez, que a plataforma foi usada de forma maciça nas eleições brasileiras. O presidente Jair Bolsonaro processou a repórter, exigindo que ela revelasse a identidade das suas fontes – e perdeu o processo. Patrícia Campos Mello processou Bolsonaro e o seu filho Eduardo, por danos morais e por terem espalhado e amplificado ofensas de cunho sexual nas redes sociais.

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