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Viagem ao País da Manhã

Hermann Hesse

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Detalhes do Produto

Sinopse

Prémio Nobel de Literatura

H. H., protagonista desta aventura inaudita, é convidado a integrar uma Ordem secreta e a participar numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico, mas outra dimensão da realidade. Os participantes nesta viagem atravessam o tempo e o espaço, rumo ao «País da Manhã», encontrando pelo caminho muitas personagens, reais e ficcionais. Contudo, a harmonia inicial quebra-se, degenerando em conflito. O grupo rompe-se e os seus membros separam-se, prosseguindo o caminho por sua conta. Só anos mais tarde H. H. terá consciência do seu próprio papel no falhanço da expedição.

Viagem ao País da Manhã é, a par de Siddhartha e de O Lobo das Estepes, uma das obras maiores de Hesse, sempre redescoberta por novas gerações de leitores. Escrito como uma fábula e com um desfecho inesperado e surpreendente, este livro encoraja o leitor a desconfiar da realidade visível, propondo-lhe, ao invés, por meio de um nomadismo radical e interior, uma viagem perpétua em busca da autenticidade, da pureza do espírito e da união com o todo universal.

«Um grande escritor… complexo, subtil, simbólico.» 

— The New York Times Book Review


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Autor

Hermann Hesse

Hermann Hesse (1877-1962), Prémio Nobel de Literatura em 1946, nasceu em Calw na Alemanha. Filho de missionários protestantes, cedo entra em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça onde adquire a nacionalidade Suiça em 1923. O jovem escritor casa-se, mas continua revoltado contra o meio burguês e as convenções sociais - como se lê em Gertrud (1910). Muda-se para a Índia e conhece o budismo, que adoptaria pelo resto da vida. Após o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, inicia-se em actividades contra o militarismo alemão. Em 1919, publica Demian, influenciado pelas ideias do psicanalista Carl G. Jung. Sem encontrar a solução para seus problemas na Índia, conta a história de sua vida em O Lobo da Estepe (1927). Em 1943, publica O Jogo das Contas de Vidro, romance utópico, situado no ano de 2200. É considerado um dos maiores escritores deste século, igualando-se a contemporâneos ilustres como Thomas Mann e Franz Kafka.

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