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Revista de Imprensa - Os Mão Morta na Narrativa Mediática (1985-2015)

Adolfo Luxúria Canibal

2 dias


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Detalhes do Produto

Sinopse

De forma pouco convencional, ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL resolveu mergulhar em 30 anos de recortes e deles retirar um conjunto (mais de 200 artigos, de mais de 100 autores) que traça uma biografia pouco autorizada dos MÃO MORTA. São mais de 350 páginas - que incluem ainda o portefólio fotográfico de José Pedro Santa Bárbara e 3 desdobráveis com memorabilia - que traçam um retrato muito peculiar, não apenas da mítica banda, mas também do panorama musical ao longo destes anos, com as suas modas, palcos e publicações. E, claro, nas entrelinhas, algo fica do país que fomos sendo.

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Autor

Adolfo Luxúria Canibal

Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo de Adolfo Morais de Macedo. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, foi advogado e é consultor jurídico. Fundador do grupo rock Mão Morta, de que é vocalista e letrista, criou espetáculos de spoken word, em nome próprio ou como Estilhaços, e integrou o coletivo de música eletrónica Mécanosphère, tendo mais de três dezenas de discos editados, e outros tantos como convidado de artistas nacionais e estrangeiros, na qualidade de vocalista ou letrista. Dinamizou espetáculos de comunidade, como os musicais Então Ficamos… ou Chão, e concebeu performances várias, com destaque para a neuro-áudio-visual Câmara Neuronal, realizada a partir dos sinais elétricos emitidos pelo cérebro, ou a da instalação The Wall of Pleasure, inaugurada na Rooster Gallery em Nova Iorque. Participou como ator na série para televisão O Dragão de Fumo e em algumas curtas-metragens ou em peças de teatro como Eis o Homem!, da companhia Mundo Razoável. Concebeu ainda com João Onofre o filme de videoarte S/título (¿¿¿ ¿¿¿¿¿), para o festival Curtas de Vila do Conde, e com Inês Jacques o espetáculo de dança No Fim Era o Frio, para o festival Guidance. Publicou, entre outros, os livros Rock & Roll, Estilhaços, Todas as Ruas do Mundo, Garatujos do Minho e o livro-objeto Desenho Diacrónico, com Fernando Lemos.

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