Partilhar

Queres Brincar Comigo?

Eric Carle, Xosé Ballesteros

Em Stock



Desconto: 20%
8,80 € 11,00 €

Detalhes do Produto

Sinopse

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.

«Era uma vez um ratinho que um dia saiu de casa à procura alguém com quem brincar. - Olá amigo, queres brincar comigo?» O colorido das ilustrações, a variedade das formas representadas pelas colagens e a expressividade das personagens são traços inconfundíveis do estilo de Eric Carle. O texto, por sua vez, expressamente concebido por Xosé Ballesteros para acompanhar as imagens, segue a estrutura encadeada do desenho. E é assim que o ratinho - o mais pequeno da história - sai à procura de um amigo com quem brincar, um animal cuja identidade os pequenos leitores são desafiados a descobrir, ao virar de cada página, pelo seu apêndice final: plumas, escamas, crina ou cauda...

Mais um álbum, agora em edição cartonada e canteada, do autor de "A lagartinha muito comilona", "A joaninha resmungona", "Sonho de neve", "O artista que pintou um cavalo azul", "Amigos", "O Senhor cavalo-marinho", "Papá, por favor, apanha-me a Lua", "10 patinhos de borracha", "O grilo muito silencioso" e "Da cabeça até aos pés", livros todos publicados pela kalandraka.

Ler mais

Autor(es)

Eric Carle

Eric Carle (Siracusa, Nova Iorque, 1929): Autor de mais de 70 livros, Eric Carle começou a ilustrar em 1967, depois de trabalhar numa agência publicitária. Estudou na prestigiada escola de arte Akademie der Bildenden Künste, na Alemanha, país onde residiu na sua infância. Regressou aos EUA em 1952, onde trabalhou como designer gráfico no «The New York Times». Ao primeiro livro de sua completa autoria «1,2,3, to the Zoo» (1968), seguiu-se o famoso «The Very Hungry Caterpillar». Foi galardoado com os prémios da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, da Associação de Livreiros Infantis e da Associação Americana de Bibliotecas. Eric Carle afirmou: «Creio que a passagem de casa para a escola é o segundo maior trauma da infância; o primeiro, certamente, é nascer. Em ambos os casos trocamos um ambiente caloroso e protetor por outro desconhecido. Acredito que as crianças são criativas por natureza e capazes de aprender. Nos meus livros tento minimizar esse temor, substituí-lo por uma mensagem positiva. Quero mostrar-lhes que aprender é realmente fascinante e divertido.»

Ler mais

Xosé Ballesteros

Ler mais