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16,20 € 18,00 €

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Sinopse

A jovem Pip Tyler n?o sabe quem e. Sabe que o seu nome verdadeiro e Purity, que tem as costas um emprestimo de cento e trinta mil dolares contraido para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relac?o com a m?e - a unica familia que tem - e tempestuosa. Mas n?o faz a minima ideia de quem e o pai, da raz?o que levou a m?e a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez ira ter uma vida normal. Entram em cena os alem?es. Um breve encontro com uma pacifista alem? leva Pip a um estagio na America do Sul, no Projecto Luz Solar, organizac?o que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismatico que alcancou a fama no caos que se seguiu a queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolivia, Andreas sente-se atraido por Pip por raz?es que ela n?o compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado. Purity e uma fascinante historia de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassinio. O autor de Correcc?es e Liberdade imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alem?es de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens t?o contemporaneas como a omnipresente Internet, e t?o antigas como a guerra entre os sexos. Purity e o livro mais ousado e penetrante ate hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.

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Autor

Jonathan Franzen

Jonathan Franzen nasceu em 1959 no Illinois e vive em Nova Iorque. É autor de quatro romances: The Twenty-Seventh City (1988), Strong Motion (1992), Correcções (2001) e Freedom (2010); e de duas obras de não-ficção: How to Be Alone (2002) e The Discomfort Zone (2006). Foi considerado pela Granta e pelo The New Yorker como um dos melhores romancistas norte-americanos com menos de quarenta anos. Poucas obras conseguiram um reconhecimento da crítica e do público tão unânime como Correcções , que teve mais de um milhão de leitores nos Estados Unidos, foi classificado como obra-prima e como «o grande romance do século», conheceu uma difusão internacional sem precedentes com a publicação em quase todas as línguas e um sólido projecto cinematográfico. Com Correcções, Jonathan Franzen obteve ainda o National Book Award 2001 e o James Tait Black Memorial Prize 2002. Em Agosto de 2010, Jonathan Franzen foi capa da revista Time - uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década - com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque.

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