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O Fim do Fim da Terra

Jonathan Franzen

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Sinopse

O Fim do Fim da Terra reúne ensaios e discursos escritos na sua maioria nos últimos cinco anos. Nesta obra, Jonathan Franzen regressa com uma energia renovada aos temas – humanos e literários – que há muito o preocupam. Seja explorando o seu complexo relacionamento com o tio, recordando a sua vida de jovem adulto em Nova Iorque ou proporcionando-nos uma perspetiva esclarecedora da crise das aves marinhas à escala mundial, estes textos contêm toda a inteligência e realismo desencantado que nos habituámos a encontrar em Franzen. No seu conjunto, desenham a evolução de um pensamento original e maduro em luta consigo próprio, com a literatura e com algumas das questões mais importantes dos nossos dias, que o atual ambiente político torna ainda mais prementes, tais como as alterações climáticas e as promessas e armadilhas das redes sociais, da tecnologia e do consumismo.

Mais do que um astuto cronista dos nossos tempos, Franzen é um guia que nos mostra onde as instituições e ferramentas que construímos nos podem levar no futuro – e os perigos que nos esperam ao longo do caminho. 

O Fim do Fim da Terra é um livro notável, fascinante e necessário.

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Autor

Jonathan Franzen

Jonathan Franzen nasceu em 1959 no Illinois e vive em Nova Iorque. É autor de quatro romances: The Twenty-Seventh City (1988), Strong Motion (1992), Correcções (2001) e Freedom (2010); e de duas obras de não-ficção: How to Be Alone (2002) e The Discomfort Zone (2006). Foi considerado pela Granta e pelo The New Yorker como um dos melhores romancistas norte-americanos com menos de quarenta anos. Poucas obras conseguiram um reconhecimento da crítica e do público tão unânime como Correcções , que teve mais de um milhão de leitores nos Estados Unidos, foi classificado como obra-prima e como «o grande romance do século», conheceu uma difusão internacional sem precedentes com a publicação em quase todas as línguas e um sólido projecto cinematográfico. Com Correcções, Jonathan Franzen obteve ainda o National Book Award 2001 e o James Tait Black Memorial Prize 2002. Em Agosto de 2010, Jonathan Franzen foi capa da revista Time - uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década - com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque.

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