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A Zona de Desconforto

Jonathan Franzen


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Sinopse

Nas suas proprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes do liceu, urinois, professores de musica, bumerangues, de raparigas populares - e dos pais. N?o tinha nada contra os miudos totos, a n?o ser o panico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata Morte Social. Encarando a puberdade da mesma forma que um mestre falsario encara uma encomenda particularmente dificil, fingia-se um tipo que dizia muitas vezes "merda" com a maior naturalidade e que n?o gostava de fazer calculos na sua nova calculadora Texas Instruments de seis func?es. A Zona de Desconforto e a memoria intima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensivel, de "uma pessoa pequena e fundamentalmente ridicula", passando por uma adolescencia estranhamente feliz, ate um adulto de paix?es fortes e inconvenientes. A sua historia pessoal de uma juventude vivida no Midwest e uma idade adulta vivida em Nova Iorque e condimentada pela mesma mistura de ironia e afecto que caracteriza a sua ficc?o; o resultado e um retrato fascinante de um americano que harmoniza de forma impar a raz?o e o corac?o.

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Autor

Jonathan Franzen

Jonathan Franzen nasceu em 1959 no Illinois e vive em Nova Iorque. É autor de quatro romances: The Twenty-Seventh City (1988), Strong Motion (1992), Correcções (2001) e Freedom (2010); e de duas obras de não-ficção: How to Be Alone (2002) e The Discomfort Zone (2006). Foi considerado pela Granta e pelo The New Yorker como um dos melhores romancistas norte-americanos com menos de quarenta anos. Poucas obras conseguiram um reconhecimento da crítica e do público tão unânime como Correcções , que teve mais de um milhão de leitores nos Estados Unidos, foi classificado como obra-prima e como «o grande romance do século», conheceu uma difusão internacional sem precedentes com a publicação em quase todas as línguas e um sólido projecto cinematográfico. Com Correcções, Jonathan Franzen obteve ainda o National Book Award 2001 e o James Tait Black Memorial Prize 2002. Em Agosto de 2010, Jonathan Franzen foi capa da revista Time - uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década - com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque.

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