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Os Peixes Também Sabem Cantar

Halldór Kiljan Laxness

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Sinopse

«Os peixes também sabem cantar» é, depois de «Gente independente», um dos livros mais significativos e de sucesso na carreira de Halldór Laxness. Sem dúvida, um dos que melhor explica ao seu leitor a Islândia, descrevendo, através da história de vida do seu jovem protagonista, o momento histórico da passagem da sua misteriosa e mágica sociedade ancestral à modernidade dos nossos dias. O romance, que se situa em inícios do século XX, acompanha a passagem da infância para a vida adulta do jovem Álfgrímur. Abandonado pela mãe em Brekkukot, uma propriedade rural na periferia de Reykjavík - então uma pequena cidade de poucos habitantes e sob o domínio dinamarquês -, a infância de Álfgrímur decorre de forma idílica entre os trabalhos domésticos na quinta, com a avó adoptiva que recita os rímur e as antigas sagas islandesas, a aprendizagem de latim e a audição, à noite, das histórias dos excêntricos habitantes de Brekkukot. Álfgrímur, que sonha um dia tornar-se pescador, tal como o seu avô, vê no entanto todos os seus projectos de futuro serem abalados pelo regresso a casa do Garõar Hólm. Famoso cantor lírico, orgulho da Islândia, a vida de Garõar está porém envolta num misterioso segredo, que caberá a Álfgrímur desvelar, ligando para sempre a sua vida à desta estranha personagem. Será Garõar a fazer com que Álfgrímur se apaixone pela música, incitando-o a alcançar com o canto da sua voz a «Nota Pura».

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Autor

Halldór Kiljan Laxness

Halldór Kiljan Laxness (1902-1998) foi um escritor islandês do século XX. Nascido em Reiquejavique aí viveu até à sua juventude. Logo em 1927, um crítico escreve sobre ele: “Finalmente! Finalmente! A Islândia tem um novo grande escritor.” Halldór Laxness é um verdadeiro mágico com as palavras detendo uma vasta gama de estilos e temas já que nenhum dos seus romances se assemelha. Consegue sempre surpreender o leitor sendo detentor de uma imaginação e de recursos técnicos inesgotáveis. Em 1923, Laxness converteu-se ao catolicismo, experiência que o autor relata na obra "O grande tecelão da Caxemira (1927)". Contudo abandonou esta religião e tornou-se ateu, aderindo ao comunismo. A sua obra está traduzida em mais de 45 línguas e entra elas contam-se obras-primas como: "Salka Valka", “Gente Independente”, “A Central Nuclear” (onde critica as bases aéreas americanas existentes no seu país), “Os Peixes Sabem Cantar”, “Paraíso Reclamado”, “Sob o Glaciar” e "Guosgjafapula". Para além dos 51 romances, Laxness escreveu também contos, ensaios, teatro, poesia e vários romances autobiográficos. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1955.

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