Halldór Kiljan Laxness

Halldór Kiljan Laxness (1902-1998) foi um escritor islandês do século XX. Nascido em Reiquejavique aí viveu até à sua juventude. Logo em 1927, um crítico escreve sobre ele: “Finalmente! Finalmente! A Islândia tem um novo grande escritor.” Halldór Laxness é um verdadeiro mágico com as palavras detendo uma vasta gama de estilos e temas já que nenhum dos seus romances se assemelha. Consegue sempre surpreender o leitor sendo detentor de uma imaginação e de recursos técnicos inesgotáveis. Em 1923, Laxness converteu-se ao catolicismo, experiência que o autor relata na obra "O grande tecelão da Caxemira (1927)". Contudo abandonou esta religião e tornou-se ateu, aderindo ao comunismo. A sua obra está traduzida em mais de 45 línguas e entra elas contam-se obras-primas como: "Salka Valka", “Gente Independente”, “A Central Nuclear” (onde critica as bases aéreas americanas existentes no seu país), “Os Peixes Sabem Cantar”, “Paraíso Reclamado”, “Sob o Glaciar” e "Guosgjafapula". Para além dos 51 romances, Laxness escreveu também contos, ensaios, teatro, poesia e vários romances autobiográficos. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1955.


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