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Sinopse

Para alguns o dinamarquês Sören Kierkegaard (1813-1855) não é um filósofo, mas apenas, como Heidegger, um «pensador religioso». Por nós dizemos que é um filósofo cristão, e um dos maiores, na medida em que a filosofia cristã sempre se definiu, desde Pascal, pela «renegação» do cristianismo como religião em favor do cristianismo como pensamento, como formulação de conceitos que lhe sejam próprios, portanto por um acesso dessa religião à sua própria irreligiosidade, ao «ateísmo do conceito» (Deleuze): por exemplo a crença, o pecado ou o «desespero », a escolha e a decisão, a angústia, etc. ´ Não por acaso, a obra de Kierkegaard não é menos um protesto contra a «cristandade estabelecida», mundana, que perdeu o sentido da íntima relação do crente com Cristo, do que contra o Sistema de Hegel, que eliminou na vida abstracta do espírito a subjectividade viva, a existencialidade do eu concreto. O Desespero Humano, publicado em 1849 por Anti-Climacus, um dos muitos pseudónimos do autor, é o último dos seus livros não póstumos fundamentais e a súmula dos principais temas do seu pensamento.

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Autor(es)

Soren Kierkegaard

Filósofo religioso e crítico do racionalismo, é considerado o fundador do existencialismo, que se assumiu como uma das mais profundas e renovadoras correntes filosóficas do século XX. Dinamarquês, nasceu em Copenhaga em 1813 e morreu nesta cidade em 1855. Segundo Kierkegaard, o homem tem que renunciar a si mesmo para superar as limitações que a realidade lhe impõe e assim aceder ao transcendente, a Deus e à verdadeira individualidade. Neste sentido, realçou o existir concreto de um homem que anseia pela transcendência, focando, consequentemente, os sentimentos de angústia e desespero inerentes a tal condição.

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André Carrilho

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