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Minski, o Gigante dos Apeninos

Marquês de Sade

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Detalhes do Produto

Sinopse

O Marquês. O «Divino» Marquês num dos momentos bravios da sua literatura e com o deplorável risco, talvez, de nos fazer sentir moralistas. Simone de Beauvoir perante a lenda, perante a censura, perante o lugar recatado e escuro que ele ocupa na fila de trás das prateleiras, num ensaio perguntava: «É preciso queimar Sade?»
Preso várias vezes durante a sua vida — dias que chegaram na sua soma aos trinta anos — o Marquês fez-se na solidão da cela escritor. Teve obras com uma autoria explícita onde surgiu mais ameno, mais consentâneo com aparição franca nas livrarias. Mas teve-as também de publicação anónima: em 1791 Justine ou os Infortúnios da Virtude; em 1785 A Filosofia na Alcova; em 1799 História de Juliette ou as Prosperidades do Vício; e uma outra, Os Cento e Vinte Dias de Sodoma, votada à mesma sorte se fosse publicada com ele vivo, esperou noventa anos contados a partir da sua morte para ter uma edição defeituosa, e cento e dezassete para ser dada ao público por Maurice Heine numa edição corrigida.
Esta história, retirada do extensíssimo romance História de Juliette, tem como ponto culminante Minski, a única personagem fantástica de toda a sua literatura, aquela que André Breton escolheu e introduziu (com a parte «decente») na suaAntologia do Humor Negro.

[Aníbal Fernandes]

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Autor

Marquês de Sade

Escritor francês (1740-1814), a sua obra só viria a ser revalorizada no início do século, com Apollinaire e os surrealistas. Em Sade, o Surrealismo descobriu o reivindicador de uma liberdade total face à sociedade. De salientar os romances Cent Vingt Journées de Sodome (Cento e Vinte Dias de Sodoma, 1782-1785), Justine ou les Malheurs de la vertue (Justina ou as Infelicidades da Virtude, 1791), Philosophie dans le Boudoir (1795) e L'Histoire de Juliette et sa sœur (1797), em que às cenas de libertinagem se assimila uma peculiar forma de reflexão filosófica.

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