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À Espera de Godot

Samuel Beckett

2 dias

Desconto: 20%
11,20 € 14,00 €

Detalhes do Produto

  • Editora: Cotovia
  • Tema: Teatro
  • Ano: 2001
  • ISBN: 9789727950089
  • Número de páginas: 128
  • Capa: Brochada

Sinopse

Peça-chave do teatro do absurdo, história que reúne duas das duplas mais conhecidas dos palcos – Vladimir/Estragon e Pozzo/Lucky. Becket foi o inventor da farsa metafísica, misturador do trágico, do burlesco e do cómico. "O que eu quis dizer é exactamente o que eu disse", afirmou.

«Inventor da farsa metafísica, misturador do trágico, do burlesco e do cómico, com Beckett fica-nos a certeza de estarmos perante uma obra rigorosa, feita a partir de um universo que não é só de vazio e desolação mas de fluxos emotivos, que imobilizam ou agitam as suas personagens.»
Diário de Notícias

«Ao longo deste meio século, desde que subiu á cena no Teatro Babylone, À Espera de Godot tornou-se num clássico do teatro contemporâneo, chegando a criar uma «Godotologia» em torno do significado do nome Godot.» 
Jorge Henrique Bastos, Expresso

«A bomba de Hiroxima ecoou neste texto ainda enigmático de Beckett, finalmente reeditado e com tradução rigorosa. Onde ecoa o que se passa agora.»
Jorge Silva Melo, Diário de Notícias

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Autor

Samuel Beckett

Samuel Beckett (1906-1989) nasceu em Foxrock, perto de Dublin na República da Irlanda no seio de uma família burguesa e protestante. Estudou francês e italiano no Trinity College de Dublin e foi professor em Paris onde conheceu James Joyce. Torna-se grande admirador do escritor que influencia a sua obra fortemente. Viveu a sua vida entre a Irlanda, Londres, Alemanha e França onde fez parte da Resistência durante a II Guerra Mundial. É no pós-guerra que se vive o período mais intenso da sua produção literária, com a escrita em francês e entre outros textos, da peça "À Espera de Godot", de uma trilogia de romances e de quatro novelas. Utiliza nas suas obras uma riqueza metafórica imensa, privilegiando uma visão pessimista acerca do fenómeno humano. É considerado um dos principais autores do denominado teatro do absurdo. Recebeu o Nobel da Literatura em 1969, distribuindo o dinheiro pelos amigos. Morre em Paris em 1989, tendo sido enterrado no cemitério de Montparnasse.

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