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Aforismos para a Sabedoria da Vida (Grandes Nomes do Pensamento, #16)

Arthur Schopenhauer

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Sinopse

Enorme admirador de Kant, que considerava como «o acontecimento mais notável em vinte séculos de filosofia», Schopenhauer (1788-1860) foi também um seu crítico severo. Atribui-lhe o mérito de mostrar que o mundo objectivo é uma mera construção do sujeito racional, que «o mundo é a minha representação»; mas também o demérito, por se ater a esse sujeito descarnado, de recusar o acesso metafísico ao mundo «em si» para lá dessa representação em lugar de a abrir, do interior, à corporeidade viva e, por tal «via subterrânea», à essência última do homem, da vida e do mundo: a vontade. Schopenhauer expõe essa sua metafísica irracionalista da vontade em O Mundo como vontade e representação (1819). A vontade, fundo do ser e da vida, não tem finalidade, nenhuma «razão», mesmo a vida humana, esparsa entre tédio e dor: «a vida sem paixão é tédio, a vida com paixão é dor». Nos presentes Aforismos (1851), a metafísica pessimista do filósofo cede a vez a uma perspectiva «imanente» da vida dos homens e a uma arte de viver, necessária. Porque, se a vida é nada, se é sem sentido, todavia há que viver.

Sousa Dias, Filósofo

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Autor

Arthur Schopenhauer

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