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Detalhes do Produto

Sinopse

«Porque noutros lados, sempre que se fala do interesse público, é do privado que cuidam. Aqui, onde nada é privado, conduzem com seriedade os assuntos públicos.»
No início do século XVI, em Antuérpia, Thomas More é apresentado ao navegador português Rafael Hitlodeu, que lhe relata a existência de um lugar extraordinário: uma ilha - Utopia - onde impera a ordem e a justiça, onde a propriedade é comum e os cidadãos coabitam em harmonia. Partindo da noção platónica de uma cidade dirigida por filósofos - e, portanto, pela razão -, More descreve este mundo ideal, conferindo-lhe leis, uma organização social, política e religiosa e até um alfabeto próprio, e tece uma crítica velada à ambição e corrupção da classe dirigente da época e dos valores que a orientavam.
Publicado em 1516, Utopia constitui um dos textos fundacionais do pensamento político moderno e do humanismo, assinalando o momento em que, livre da conceção medieval de um Deus todo-poderoso, o Homem toma consciência de que é dono e senhor do seu destino.


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Autor

Thomas More

Thomas More nasceu em Londres a 7 de fevereiro de 1477 ou 1478. Filho de um advogado, a sua formação começou na St. Anthony's School, uma das mais conceituadas escolas da capital inglesa. Em Oxford, estudou Direito, Grego e os pensadores clássicos, entre outros. Em 1505, casou-se com Joanna Colt; juntos, teriam quatro filhos. Joanna morreu em 1511 e More voltou a casar, menos de um mês após a sua morte, com Alice Middleton. Advogado, juiz, membro do Parlamento, tradutor e pensador, a vida pública, política e intelectual de More foi vasta e profícua. Em 1516 deu ao prelo Utopia, que escreveu em latim; só mais tarde é que a obra seria traduzida para inglês. Desempenhou vários cargos durante o reinado de Henrique VIII, entre os quais os de embaixador, orador na Casa dos Comuns, conselheiro do ducado de Lencastre e, entre 1529 e 1532, chanceler do Reino. Julgado por traição, Thomas More foi condenado à morte e executado a 17 de abril de 1534, na Torre de Londres.

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