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Uma Teoria Feminista da Violência

Françoise Vergès

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Sinopse

Os debates em torno da igualdade de género são um repertório de violência: assédio, violação, abuso, feminicídio. Palavras que designam uma realidade cruel, mas escondem outra: a da violência de género cometida com a cumplicidade do Estado.
Em Uma Teoria Feminista da Violência, Françoise Vergès denuncia a viragem carcerária na luta contra o sexismo e a obsessão punitiva do Estado, que, ao centrar-se nos «homens violentos», omite a origem da sua violência. Para Vergès, não restam dúvidas: o capitalismo racial, os populismos ultraconservadores, a devastação do Sul global pelas guerras e pilhagens imperialistas, os milhões de pessoas exiladas e a proliferação de prisões põem a masculinidade ao serviço de uma política de morte. Por oposição à actual tendência, a autora reflecte sobre a violência como componente estruturante do patriarcado e do capitalismo, e já não enquanto especificidade masculina, e exorta-nos a imaginar uma sociedade pós-violenta, que não naturaliza a violência, que não a celebra, nem faz dela tema central da sua narrativa sobre o poder.

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Autor

Françoise Vergès

Françoise Vergès é politóloga, historiadora, especialista em estudos pós-coloniais, activista e feminista anti-racista. Formou-se em Ciências Políticas e Estudos Feministas na Universidade do Estado de San Diego e doutorou-se em Teoria Política na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
É autora de várias obras e ensaios sobre o abolicionismo, a psiquiatria colonial e pós-colonial, a memória da escravidão e novas formas de colonização e racialização. Na Orfeu Negro, além do presente ensaio, publicou Um Feminismo Decolonial (2023) e Decolonizar o Museu (2024). É presidente da associação Décoloniser les Arts e trabalha regularmente com artistas, tendo sido co-autora dos documentários Aimé Césaire face às Revoltas do Mundo e Maryse Condé: Uma Voz Singular. Como curadora independente, organizou as exposições «O Escravo no Louvre, uma humanidade invisível», no Museu do Louvre, bem como «Dez mulheres poderosas» e «Haiti, terror dos opressores, esperança dos oprimidos», no Memorial da Abolição da Escravatura em Nantes.

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