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Sinopse

Jean Giono's beautiful allegorical tale is legendary. Written in the 1950's, its message was ahead of its time, inspiring readers to rediscoverthe harmonies of the countryside and prevent its willful destruction. The narrator, journeying by foot across the barren plains of the lower Alps, has his thirst assuaged by the well water drawn by the shepherd Elzeaerd Bouffier. Here begins the subtle parable which Giono weaves of the life-giving shepherd who chooses to live alone and carry out the work of God. Over forty years the desolate hills and lifeless villages which sooppressed the traveler are transformed by the dedication of one man. All with the help of a few acorns. Giono's hope was to set in motion a worldwide reforestation program that would rejuvenate the earth. "The Man Who Planted Trees" is a hymn to creation and a purveyor of confidence in man's ability to change his-indeed the world's-lot.

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Autor

Jean Giono

Jean Giono (1895-1970), filho de um sapateiro e de uma lavadeira, era bancário e leitor compulsivo dos clássicos. Sem terminar o liceu, tornou-se um dos grandes escritores franceses da sua geração.
Obrigado a combater na Primeira Guerra Mundial, a experiência devastadora do conflito marcou-o profundamente, e Giono tornou-se um dos mais destacados representantes do Mouvement du Contadour, um grupo pacifista que condenava a natureza bélica da civilização moderna. A causa do pacifismo levou-o à cadeia quando, no início da Segunda Guerra Mundial, se recusou a combater.
O Homem Que Plantava Árvores, o seu livro mais traduzido, que se tornou um fenómeno global, recebeu o Prémio Brentano, o Prémio Mónaco e a Legião de Honra.

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