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Somos Todos Idiotas

Diogo Faro

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Detalhes do Produto

Sinopse

SOMOS TODOS IDIOTAS? Esta é a pergunta a que o humorista Diogo Faro responde neste livro sarcástico e contundente em que disseca a sociedade portuguesa. E nenhuma tribo fica de fora. Somos Todos Idiotas é uma obra transversal que viaja pelo mundo dos betos, dos hipsters, dos taxistas, dos viciados nos ginásios e nas redes sociais, dos que vivem de chavões e de frases feitas, dos engatatões dos tempos modernos, dos que buzinam por tudo e por mais alguma coisa, dos aficionados das touradas, das criancinhas que são educadas para serem futuros déspotas, das mães defensoras da amamentação como espectáculo ao qual toda a gente não só quer assistir como devia pagar bilhete ou daqueles que espremem borbulhas em público, num cenário que provoca vergonha alheia, mas afinal isso é que é arte, provocar emoções nos outros! Mas será que não somos todos idiotas? Somos todos, acima de tudo, hipócritas. Desde o próprio autor, que criticou ao longo deste livro tantas coisas nas quais acaba por se rever, até nós, que nos rimos em clara concordância, mas que - secretamente - também fazemos tudo, ou quase, o que juntos criticámos. NO FUNDO, SOMOS TODOS IDIOTAS. MAS UNS MAIS DO QUE OUTROS.

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Autor

Diogo Faro

Diogo Faro é seguido por 130.000 pessoas no instagram e as suas publicações têm uma média de mais de 10.000 likes e muitíssimas partilhas, inclusive por pessoas de grande mediatismo e exposição social. Humorista de profissão e cronista no sapo.pt (os seus textos chegam a milhares de pessoas todas as semanas), os seus espectáculos pré-pandemia esgotavam o coliseu e, durante a pandemia, esgotaram também os bilhetes para as 3 sessões que fez na grande Lisboa Estas auto-biografias devem ter sido inventadas pelo Narciso e soam sempre àquele aluno que, na auto-avaliação, diz à professora que merece 20 e é só mesmo porque não dá para mais. Portanto, a única coisa que me parece relevante saberem sobre mim é que sou comediante, viajante tanto quanto posso e sou um bom e assumido apreciador da vida boémia, já de merecida reputação. Ah, e acho que os Direitos Humanos são uma coisa mais ou menos decente pela qual devemos bater-nos.

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