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Detalhes do Produto

Sinopse

Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, «na boa».

Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português.

«"Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara», escreve o autor. «Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas.» Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.

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Autor

Diogo Faro

Diogo Faro é seguido por 130.000 pessoas no instagram e as suas publicações têm uma média de mais de 10.000 likes e muitíssimas partilhas, inclusive por pessoas de grande mediatismo e exposição social. Humorista de profissão e cronista no sapo.pt (os seus textos chegam a milhares de pessoas todas as semanas), os seus espectáculos pré-pandemia esgotavam o coliseu e, durante a pandemia, esgotaram também os bilhetes para as 3 sessões que fez na grande Lisboa Estas auto-biografias devem ter sido inventadas pelo Narciso e soam sempre àquele aluno que, na auto-avaliação, diz à professora que merece 20 e é só mesmo porque não dá para mais. Portanto, a única coisa que me parece relevante saberem sobre mim é que sou comediante, viajante tanto quanto posso e sou um bom e assumido apreciador da vida boémia, já de merecida reputação. Ah, e acho que os Direitos Humanos são uma coisa mais ou menos decente pela qual devemos bater-nos.

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