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Detalhes do Produto

Sinopse

Savimbi foi alvo de uma longa e destrutiva campanha de propaganda, desinformação e acções encobertas de segurança com o objectivo de o desacreditar e isolar. Se não aceitasse o exílio ou a sujeição, como foi o objectivo falhado dessa campanha, o fim último era matá-lo, como aconteceu: premeditadamente! Para que a sua «morte em combate» não suscitasse empatia, foi como um chefe terrorista da laia de Bin Laden que a sua morte foi apresentada – artifício da propaganda que tirou partido da memória emocional recente dos atentados da Al Qaeda, na América. 

Julgado com honestidade, Savimbi nunca foi o «bandido» por que o fizeram passar. O manifesto apreço que personalidades de indiscutível clareza moral, como Mandela, tiveram por ele prova-o. 

O MPLA elegeu-o como adversário temido e quis apagá-lo do seu caminho! Não pelos crimes a que o associaram. O que o MPLA e o seu regime temiam eram as suas qualidades e carisma, a sua representatividade política e o prestígio externo que granjeara. Como outros grandes da História, Savimbi também tinha defeitos e cometia erros. Mas no deve e haver as suas qualidades eram preponderantes.

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Autor

Xavier de Figueiredo

Nasceu em 1947, no Huambo (à data, Nova Lisboa), em Angola. Iniciou a vida de jornalista em 1971, ao serviço do diário A Província de Angola, em Luanda. Em Portugal, onde se radicou em 1975, começou por trabalhar no Jornal Novo e, a seguir, na antiga ANOP, agência ao serviço da qual foi o primeiro correspondente permanente da imprensa portuguesa num país africano lusófono - a Guiné-Bissau (1978-1981). Viria, ainda, a ser correspondente da ANOP em Maputo (1982-1983).
Foi mentor, fundador e director da primeira publicação de temática africana lançada em Portugal, o quinzenário Africa Jornal, em 1984. No ano seguinte, fundou a primeira de diversas newsletters de assuntos africanos, o África Confidencial. Seguiram-se, por ordem cronológica, Africa Focus, África Intelligence e Africa Monitor. Tem colaboração dispersa na imprensa em Portugal e em países africanos e foi comentador televisivo de assuntos africanos em Portugal. É autor dos livros de história Crónica da Fundação Huambo/Nova Lisboa e Ceuta: Primeira Conquista de Portugal Além-Mar, bem como da obra O Último Ultramarino, onde revela um olhar crítico sobre aspectos da descolonização de Angola. Por último, escreveu o livro O Príncipe do Congo, o relato histórico de uma Angola a viver o fim do tráfico de escravos.

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