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Sinopse

Tabu e sacrifício, transgressão e linguagem, morte e sensualidade, economia e excesso, eis os temas deste estudo incontornável de Georges Bataille, filósofo, romancista, poeta, pornógrafo e fervoroso católico, que tinha nos bordéis de Paris a sua verdadeira Igreja. Para Bataille, o erotismo está intimamente ligado à morte e à religião, à nostalgia da continuidade que os seres sexuados, distintos uns dos outros, separados por um abismo, sentem como uma perda irreparável. O erotismo, como os ritos sacrificiais, busca redimir esta descontinuidade. Mas este excesso vital desafia a organização das sociedades, baseada no trabalho, na razão e na cooperação. Daí o nascimento das proibições e a institucionalização da transgressão, através da instituição do tempo da festa e da orgia sagrada. De Emily Brontë a Sade, de Santa Teresa a Claude Levi-Strauss e ao Dr. Kinsey, Bataille não deixa por estudar nenhuma manifestação do erótico, abrangendo temas como a prostituição, o êxtase místico, a crueldade e a guerra organizada. Para o autor, o erotismo é uma busca psicológica em nada estranha à morte.

«[...] um dos mais originais e inquietantes pensadores, que, na esteira de Sade e Nietzsche, se confrontou com a possibilidade do pensamento num mundo que perdeu o seu mito de transcendência.»
Peter Brooks, New York Times Book Review

«Bataille é um dos mais importantes escritores do século.»
Michel Foucault

«[Um] livro urgente e empolgante sobre amor, sexo, morte e espiritualidade.»
Mark Price, Philosophy Now

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Autor

Georges Bataille

Georges Bataille (1897-1962) foi um escritor, filósofo, ensaísta e crítico francês. Entre os episódios mais marcantes da sua vida, encontra-se a mobilização para a Primeira Guerra Mundial, a  adesão ao catolicismo e subsequente perda de fé, a experiência da psicanálise e o contacto com o movimento surrealista - de que posteriormente se veio a desvincular - o envolvimento com o círculo comunista democrático ou a luta contra o fascismo. A sua obra foi escrita sob o signo do excesso, do sagrado, da transgressão e do erotismo.


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