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O 25 de Abril Contado às Crianças… e aos Outros

José Jorge Letria, João Abel Manta

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Detalhes do Produto

Sinopse

Para que nunca se esqueça abril. Escrito a pensar nos pequenos e jovens leitores, nos seus pais e educadores.


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Autor(es)

José Jorge Letria

É ficcionista, jornalista, poeta e dramaturgo. Nasceu em Cascais, em 1951, onde foi vereador da Cultura de 1994 a 2002. Traduzido em mais de dez idiomas, foi premiado em Portugal e no estrangeiro: destacam-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz – Município de Lisboa, o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prémio de Poesia Guerra Junqueiro. As antologias O Fantasma da Obra, O Livro Branco da Melancolia e Poesia Escolhida condensam o essencial da sua poesia. Foi, ao lado de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, um destacado cantor político, tendo sido agraciado, em 1997, com a Ordem da Liberdade. É mestre em Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e pós-graduado em Jornalismo Internacional. Doutorou-se com distinção em Ciências da Comunicação no ISCTE. É presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e presidiu ao Grupo Europeu de Sociedades de Autores e Compositores (GESAC), com sede em Bruxelas, e ao Comité Europeu de Sociedades de Autores da Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores (CISAC), com sede em Paris.

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João Abel Manta

Nascido em Lisboa, em 1928, João Abel Manta foi filho único de dois pintores (Abel Manta e Clementina Carneiro de Moura). Inscrito na Escola de Belas Artes de Lisboa em 1945, o artista compromete logo o seu desenho às suas convicções políticas de oposicionista ao Estado Novo e a Salazar: enfileirando no MUD Juvenil, oferece um desenho alusivo ao Natal de 1947, cuja reprodução e venda reverterá para o apoio a membros do MUD entretanto presos. A sua é a geração que espera, com a derrota das forças do Eixo na Segunda Guerra Mundial, a capitulação do regime de Salazar. O ativismo político valer-lhe-á a prisão em fevereiro de 1948, com duas semanas passadas em Caxias, e uma ficha nos arquivos da PIDE. Formando-se brilhantemente como arquiteto nas Belas-Artes, teve importante atividade no domínio da arquitetura a partir do início da década de 1950, que abandonaria progressivamente em favor das artes plásticas, destacando-se como um dos maiores cartoonistas e ilustradores portugueses das décadas de 1960 e 1970. Nos anos anteriores e posteriores ao 25 de Abril de 1974, publicou regularmente, em jornais de grande tiragem (tais como Diário de Lisboa, O Século Ilustrado, Seara Nova ou Diário de Notícias), trabalhos relacionados (criticamente) com a situação político-social portuguesa. Tem dois álbuns editados: Cartoons, 1969-1975 (1975) e o célebre Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar (1978).


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