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Istambul: memórias de uma cidade

Orhan Pamuk

Sujeito a confirmação por parte da editora

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15,92 € 19,90 €

Detalhes do Produto

Sinopse

O Prémio Nobel da Literatura 2006 traça um retrato magistral da cidade onde habita. De uma forma intimista e ao mesmo tempo muito visual, o autor recria um engenhoso modo de evocar a sua cidade de eleição. Neste livro, Orhan Pamuk fala sobre as primeiras impressões de melancolia que invadem os habitantes de Istambul e os unem nas memórias colectivas de um povo: o de viverem sobre as ruínas das glórias imperiais num país a tentar modernizar-se e permanentemente a receber influências do cruzamento entre este e oeste. Esta elegia a Istambul é-nos revelada pelas personagens criadas por Pamuk, escritores e pintores, artistas na generalidade que através dos olhos do criador vêem e descrevem a cidade. E é também a partir da sua própria história de vida, desde menino até à fase adulta que o nobelizado nos transmite os seus pensamentos, crenças e ideologias sempre com Istambul como pano de fundo. Ao combinar memórias e fotografias com reflexões sobre arte, história e a civilização em geral deixa ao leitor um legado único sobre aquela que é a sua cidade.

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Autor

Orhan Pamuk

Ferit Orhan Pamuk nasceu em Istambul em 1952 tendo crescido numa abastada família burguesa turca. Estudou no Robert College na Turquia e ingressou em Arquitectura que abandona três anos depois tendo-se graduado em Jornalismo pela Universidade de Istambul em 1976, quando decide escrever a tempo inteiro. Entre as suas obras mais aclamadas podemos destacar romances como “Os Jardins da Memória”, “A Cidade Branca” e o seu “Istambul: Memórias e a Cidade”. Pamuk é um dos mais proeminentes escritores da Turquia, e seus trabalhos foram traduzidos em mais de cinquentas línguas. Profundamente inovador no contexto do romance turco, Pamuk faz a ponte entre o Ocidente e o Oriente, a modernidade e a tradição, o passado e o futuro. Nada é ao acaso. Ao fluxo de histórias aparentemente desligadas, de pensamentos metafísicos, sonhos, fábulas, memórias, sátiras sociais e excursões históricas subjaz um único intuito: a busca de identidade - de si mesmo, de alguém que se ama, da própria Turquia, da cidade de Istambul, de um significado para a vida. Recebeu o Nobel da Literatura em 2006. A Academia Sueca justifica a atribuição do prémio da seguinte forma: "Em busca da alma melancólica da sua cidade natal, Pamuk encontrou novos símbolos para retratar o choque e o cruzamento de culturas".

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