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Evgueni Sokolov - Conto Parabólico

Livro B

Serge Gainsbourg

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Detalhes do Produto

Sinopse

Única obra ficcional do mestre francês da provocação, Serge Gainsbourg.
Evgueni Sokolov é uma novela satírica em que Serge Gainsbourg põe a nu a ascensão e queda de um jovem pintor acometido por um problema embaraçoso: flatulências incontroláveis. Transformando o acaso fisiológico em gesto estético, Sokolov inventa os “gasogramas” — traçados nervosos produzidos por vibrações enquanto se senta num selim especial. O achado, promovido por um marchand oportunista, converte-o numa sensação do mundo da arte, idolatrado por coleccionadores e revistas. À medida que a fama cresce, também crescem o cinismo do meio, a auto-exposição e a autodestruição do protagonista, até um desfecho trágico que sela a parábola sobre talento, acaso, mercado e celebridade.
Lida, desde a primeira edição, como alegoria corrosiva do sistema artístico, a novela foi notada pelo seu humor escatológico e pelo tom burlesco com que desmonta o fetichismo do «novo» e a pose vanguardista.
Ainda que «assente numa única piada», o texto funciona como metáfora eficaz do acto de criar e do preço da fama, escrita com prosa ritmada e de brilho provocatório.
Esta é a primeira tradução em língua portuguesa de uma obra que está já traduzida em mais de 15 países. 

«Uma parábola… uma biografia vertiginosa sobre um artista amaldiçoado desde o nascimento com flatulências extraordinariamente potentes e frequentes.» — Pie Quarterly
«Um conto poético, divertido, provocador e trágico.» — Artistik Rezo
«Embora assente, no fundo, numa única anedota, é uma anedota muito bem conseguida — escrita com prosa exuberante e, curiosamente, uma metáfora bastante certeira da criação artística e da fama que pode advir dela.» — Kitty Sneezes
«É divertido testemunhar a ousadia com que Gainsbourg passa do mundo do espectáculo para a alta literatura sob a forma de um conto pós-dadaísta em tom de farsa prolongada.» — Stewart Home Society 

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Amostra

Autor

Serge Gainsbourg

Figura maior da cultura francesa do século XX, Serge Gainsbourg foi cantor, compositor, escritor e provocador — um criador que fez da transgressão a sua marca artística.
Serge Gainsbourg nasceu em Paris, em 1928, filho de emigrantes judeus russos. Educado num ambiente musical intenso, iniciou-se nas artes plásticas antes de se dedicar à música, área na qual encontraria reconhecimento público e liberdade criativa. Nos anos 1950, começou a actuar em cabarets parisienses, desenvolvendo um estilo singular que cruzava chanson, jazz e ironia poética.
Durante as décadas de 1960 e 1970, impôs-se como um dos nomes mais influentes da canção francesa, escrevendo e interpretando temas que combinaram sofisticação literária e sensualidade provocatória. Colaborou com grandes vozes — entre elas Juliette Gréco, Brigitte Bardot e Jane Birkin — e assinou canções que desafiaram convenções morais e políticas.
Ao longo da sua carreira, Gainsbourg cultivou uma imagem pública deliberadamente escandalosa, explorando temas de erotismo, política, religião e identidade nacional com humor negro e requinte estético. Além da música, aventurou-se no cinema, na pintura e na literatura, publicando em 1980 a novela Evguenie Sokolov, sátira corrosiva ao mundo da arte contemporânea. Faleceu em 1991.
Gainsbourg tornou-se uma figura de culto internacional, venerada tanto como compositor genial como símbolo de liberdade artística iconoclasta. A sua obra influenciou músicos, escritores e cineastas em múltiplos países, e a sua casa na Rue de Verneuil, em Paris, converteu-se em local de peregrinação cultural. A sua mistura de irreverência e sofisticação continua a inspirar novas gerações.

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